BUNGE produz embalagem biodegradável

Produzida a partir de fonte renovável, a embalagem da Bunge se decompõe em cerca de 180 dias após o descarte

A Bunge lançou a primeira embalagem biodegradável para alimento industrializado do Brasil. Produzida do polímero PLA (sigla em inglês para poli-ácido lático), é obtida a partir da fermentação do amido de milho.

Ao contrário de outros plásticos, como um tipo da oxi-biodegradável que libera CO2 durante a sua decomposição, a empresa diz que a nova resina não deixa resíduos. Para que o pote seja totalmente eliminado após 180 dias, o ambiente do descarte deverá contar com calor, umidade, presença de microorganismos e oxigênio – comum nos lixões.

No Brasil, a iniciativa demandou mais de dois anos de estudo e envolveu as equipes de Planejamento, Pesquisa e Desenvolvimento, Industrial, Suprimentos e Marketing da empresa.

Segundo técnicos da empresa, o produto atende às normas brasileiras e internacionais de embalagens para alimentos. Para atestar a biodegradabilidade do PLA, foram realizados testes por institutos de pesquisa como o ITAL – Instituto de Tecnologia de Alimentos, órgãos ligados à Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento de São Paulo e pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, entre outros.

De acordo com Adalgiso Telles, diretor corporativo da Bunge, o volume de recipientes ainda é muito pequeno para competir com a produção de alimentos. Hoje, são produzidas cerca de 8.400 embalagens por mês – pouco mais de 70 toneladas ao ano. Telles acrescenta que, a partir de setembro, toda a linha Cyclus terá seus produtos em recipientes feitos com a nova resina, importada dos Estados Unidos. Além do pote da margarina, são feitos com o PLA os rótulos de óleo vegetal da empresa.

Monica Pileggi, Planeta Sustentável, 17/07/2009

As embalagens utilizadas pela Bunge também emitem CO2 durante sua biodegradação. Caso contrário, não seriam biodegradáveis!!!

E pior. Emitem Metano durante a biodegradação anaeróbica, gás 23 vezes mais potente como efeito estufa, além de ser explosivo.

As embalagens biodegradáveis da Bunge somente tem sentido seu uso caso forem recolhidas e destinadas à compostagem. O que não é a realidade. Além disso, vão contaminar toda a cadeia de reciclagem dos plásticos convencionais, inviabilizando toda a cadeia de reciclagem.

Finalizando, quer dizer que desviar ” um pouco ” de alimento para fazer embalagem plástica dá à Bunge tranquilidade de conciência? Somente teriam problemas de consciência se desviassem ” muito ” alimento para fazer embalagens plásticas?

Parece brincadeira, mas uma brincadeira muito da sem graça. Enquanto mais de um bilhão de humanos acordam e dormem com fome e sede, todos os dias de suas infelizes existências, do nascimento à morte, as empresas ainda insistem em usar dois recursos naturais cada vez mais escassos – água pura e terra fértil – para fabricar plástico.

Como pode ser possível ninguém fazer a correlação do plástico de amido – comida – com o roubo da terra fértil e da água dessa geração e das gerações futuras?

Não importa se é para fazer embalagens, sacolas, o que importa é que nunca, jamais se deve usar terra e água para outra coisa senão plantio de alimentos, temos que proteger esses recursos tão preciosos para as futuras gerações. Lembre-se, logo, logo, seremos 9 bilhões de habitantes neste planeta e cada vez mais precisaremos de comida.

O que a BUNGE irá fazer? Dar embalagens plásticas e sacolas plásticas de comida para alimentar os famintos do planeta? Nossa matriz energética global é o petróleo. Para cada barril de petróleo refinado, temos uma sobra de até 7% de nafta, que se não for transformada em plástico, será queimada nas próprias refinarias, aquecendo o planeta sem ao menos ter tido utilidade para os humanos.

O único problema do plástico é que ele é eterno, pois dura mais de 5 séculos, o que para qualquer humano, é uma eternidade. É por isso que a FUNVERDE, desde 2005, apóia a tecnologia oxi-biodegradável, que é a colocação de um aditivo que quebra as imensas moléculas do plastico – é por isso que ele demora centenas de anos para se decompor – em pequenos pedaços, permitido às bactérias o acesso a estes pedaços, acelerando assim a sua decomposição de até 500 anos para 18 meses, restando apenas uma pequena quantidade de CO2, água e biomassa.

E finalmente, mas não menos impotante, temos que advertir novamente a população que a BUNGE produz alimentos transgênicos. Não compre óleos Soya e Primor, pois são produzidos com sementes transgênicas. E claro, todos os outros produtos fabricados pela BUNGE com sementes de soja.

Aviso às tartarugas – cuidado ao passarem pelo litoral gaúcho

Aviso às tartarugas!

Cuidado ao passarem pelo litoral gaúcho!

Vocês que tem o hábito de confundir sacolas plásticas com águas vivas, uma de suas fontes de alimento, e acabam morrendo por sufocamento e obstrução do sistema digestivo, tem mais um motivo para se preocupar.

O governo do Estado do Rio Grande do Sul acaba de aprovar lei que obriga estabelecimentos comerciais a fornecer sacolas plásticas mais espessas, produzidas com plásticos da Braskem.

Não confundam estas sacolas mais grossas com águas vivas mais apetitosas.

É o governo do Rio Grande do Sul ameaçando a sua espécie em troca de mais lucro para a Braskem.

Só este ano, 102 tartarugas verdes foram mortas. Elas chegam a atingir 1,5 metro de comprimento e a pesar mais de 200 quilos.

Veja matéria de hoje no Jornal Nacional sobre as mortes de tartarugas no litoral gaúcho causado por plásticos no mar.

http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1370745-10406,00-LIXO+AMEACA+TARTARUGAS+QUE+CHEGAM+AO+BRASIL.html

 

 

Feira do Verde em Vitória – ES

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Ministério da Agricultura institui selo único para produtos orgânicos

Veri’s kleiner Winkel

Agência Brasil de 06 de novembro de 2009

O Ministério da Agricultura instituiu o selo único oficial para os produtos orgânicos. O selo só pode ser usado nos orgânicos produzidos em unidades credenciadas pelo ministério. A instrução normativa foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (06/11).

A exceção da obrigatoriedade de certificação dos orgânicos vale para os produtos da agricultura familiar, que podem ser vendidos diretamente aos consumidores, desde que os agricultores estejam vinculados a uma organização de controle social.

O selo de certificação serve para dar ao consumidor a certeza de estar levando para casa um produto sem contaminação química. Os orgânicos são cultivados sem o uso de agrotóxicos, adubos químicos e outras substâncias tóxicas e sintéticas, o que os torna mais saudáveis.

De acordo com o Ministério da Agricultura, o selo só é conferido após rigorosos exames de controle de qualidade de solo, da água e reciclagem de matéria orgânica.

Água Perrier que se cuide

O Eco de 05 de outubro de 2009

Depois de a cidade australiana de Bundanoon (localizada a 150 quilômetros de Sydney) ter abolido a venda e o consumo de água engarrafada na semana passada, agora é a vez de Londres trocar as garrafinhas plásticas por “máquinas de água”. A iniciativa deve ser colocada em prática ainda este mês, em dois locais estratégicos: a estação de ônibus de Hammersmith e o museu da Tower Bridge. A mudança conta com o apoio das empresas de água londrinas, que ficarão responsáveis pela instalação das máquinas. Se a moda pegar nestes locais, que recebem cerca de 400 mil visitantes todos os anos, a iniciativa será ampliada para as estações de metrô e outros locais públicos, antes das Olimpíadas de 2012. O objetivo é estimular o uso de garrafas reutilizáveis.

A iniciativa tem recebido muitas críticas, principalmente sobre a qualidade da água, mesmo após um relatório ter indicado que a água da torneira é 99,99% compatível com as normas nacionais e européias. O setor da indústria de engarrafamento também não gostou da idéia, e alega que a medida lhes causará um rombo de 1,5 bilhão de dólares anuais. Do outro lado, no entanto, estão argumentos pra lá de convincentes em favor da medida: o engarrafamento de água exige 2 mil vezes mais energia para sua produção em comparação à água de torneira, provoca uso desnecessário de plástico e combustível para transporte e apenas 1/3 dos 13 bilhões de garrafas plásticas vendidas no Reino Unido em 2008 para diversos usos foi reciclado.

O vídeo (sem áudio) mostra como é o funcionamento da “máquina de água”, que enche uma garrafa de 500 ml por 20 pence (cerca de R$ 0,60).

Seminário – Sistemas de avaliação da sustentabilidade nas construções

Clique na imagem para ampliar.

Maiores informações no site http://www.cmrr.mg.gov.br/.

Nova Esperança resolve o problema do lixo. Enquanto isso, em Maringá e no resto do país …

Enquanto isso, em Maringá e nos outros milhares de municípios do país os prefeitos continuam enterrando materiais recicláveis que deveriam voltar para o ciclo de produção como novos produtos e enterrando resíduo orgânico, que deveria ser transformado em adubo orgânico para fertilizar nosso solo.

Estamos esgotando recursos naturais por pura preguiça da dona Maria e do seu José de fazerem o mais básico do básico, que é limpar sua própria sujeira, separar o lixo na fonte, isto é, em suas casas. Com essa atitude, iria para os aterros ou lixões – que predominam no país – apenas 5% de tudo o que é gerado em uma cidade, que é o rejeito, o que não pode ser reciclado nem compostado.

Todos os dias a mídia nos expõe o grande problema das cidades que estão com seus lixões e aterros esgotados, tem estado querendo até queimar o lixo, mas ninguém fala o óbvio, que é gerar riqueza com o lixo através da reciclagem e compostagem. Basta apenas mudar o conceito, afinal, lixo não é lixo, é matéria prima para novo produtos.

Os políticos não tem coragem para punir o contribuinte, seja através do não recolhimento do lixo misturado ou então através de multa para quem não fizer o seu dever básico, separar seu lixo antes da coleta. Os prefeitos não agem por medo de perder votos nas futuras eleições, tem medo de mexer com a máfia do lixo ou então pelo lixo estar no final da lista de prioridades de suas agendas, porque resolver o problema do lixo dá trabalho, é mais fácil ficar inaugurando obras que dão maior visibilidade, mas já passou da hora de prefeitos fazerem seu trabalho, isto é, resolver o problema do lixo antes de sermos soterrados por ele.

Talvez fosse o caso dos prefeitos fazerem visitas mensais aos seus aterros e lixões, desde o dia em que se elegem, para aprenderem que ao colocar o lixo para fora de casa ele não desaparece, somente troca de lugar, da frente das casas para um local onde ficará eternamente, se não for reciclado e compostado. Talvez só falte isso os prefeitos agirem.

Não, não esquecemos de mencionar o lixo hospitalar, da indústria, do comércio e da construção, porque estes já sofrem fiscalização e onde a fiscalização funciona, estão destinando seu lixo corretamente.

O interessante é que em Nova Esperança, distante 470 km da capital, resolveu o problema de seu lixo e a mídia não está divulgando. Tem outra cidade no estado se preparando para multar quem não separar o lixo e a mídia, novamente, não está dando destaque.

Será que a máfia do lixo está por trás deste silêncio? Porque, não se engane, lixo dá dinheiro, e muito, e como todo político é religioso, isto é, recebe o dízimo, o terço, todos ganham ao não resolver o problema e quem sofre é o meio ambiente e os seres humanos, inclusive os que ainda nem nasceram, pois, quem você acha que vai limpar a sujeira que os humanos do Século XX e XXI geraram a estão gerando?

Li no final de semana a petição inicial do promotor de meio ambiente de Nova Esperança, o foi o passo inicial para a solução do lixo naquela cidade. Foram quarenta páginas que todos os promotores de meio ambiente do país deveriam ler e se inspirar com a coragem do Doutor Nivaldo Bazoti. Sim, coragem, porque ele foi o único promotor que conseguiu resolver o problema do lixo no país. Este ato de bravura deste promotor deveria servir de espelho para todos os outros promotores de meio ambiente do Brasil. Parabéns Doutor Nivaldo, temos cada vez mais orgulho de morar no Paraná.

E o que falar do juiz que antecipou a tutela do processo, senão que, ele também cumpriu muito bem com seu dever, ele foi sensível aos problemas ambientais decorrentes do lixo e com esta ação da promotoria. Estamos em um momento em que os governantes não podem mais enrolar o mandato inteiro.

O padrão no Brasil é que quando um prefeito é empossado, ele empurra os problemas deixados pelo último prefeito, enrola o ministério público por quatro ou oito anos e deixa os problemas mais complicados, como por exemplo o lixo, para o próximo prefeito enrolar o ministério público mais alguns anos. É só olhar as mudanças climáticas, para ver que não temos mais tempo de empurrar os problemas para os próximos governantes. O planeta não será destruído com nossas ações, mas a humanidade está fadada ao desaparecimento, por falta de ações responsáveis que mudem nosso destino.

Uma coisa interessante que o promotor fez foi cobrar uma multa diária para a pessoa física do prefeito e não da prefeitura, caso não cumprisse a determinação do MP de resolver o problema do lixo.

Outra coisa interessante é o grande adesivo vermelho chamativo afixado no saco de lixo quando não é coletado, contendo a frase ESTE LIXO NÃO FOI RECOLHIDO PORQUE NÃO FOI SEPARADO. Particularmente eu acho que além do não recolhimento, o cidadão também deveria receber uma multa.

Como resultado desta ação conjunta do promotor, juiz e prefeitura, uma cidade conseguiu sair da estatística de coleta de lixo do país que é de 0,8% e passar para extraordinários 70%.

Apesar de não havermos chegado ao ideal de 100% de reciclagem, ainda assim, mostra que é possível fazer a reciclagem, desde que envolva a população separando na fonte, gerando materiais limpos, não contaminados.

Parabéns ao Promotor de meio ambiente pela ação civil pública, ao juiz pela tutela antecipada e à prefeitura de Nova Esperança que renova nossas esperanças em um futuro mais limpo para a humanidade.

Voltarei a este assunto em breve, aguarde.

Veja abaixo a matéria da solução do lixo em Nova Esperança.

 

Laudos confirmam que sanepar joga merda na água dos rios mas iap diz que é normal

O que se faz em um caso como este, se nem com o iap podemos contar? Para quem não sabe, iap quer dizer instituto ambiental do Paraná.

Já faz dois anos que estamos denunciando que a sanepar  joga merda liquidificada nos nossos rios, que não trata o esgoto, tratamento pelo qual pagamos 80% da fatura de água e mesmo assim o órgão que deveria multar fica quieto, subserviente e vamos parar com os adjetivos por aqui, porque senão vai complicar …

Quem nos protegerá?

Chamem o Homem Aranha, o Super Homem, o Batman e o Robin ou qualquer outro super herói, porque certamente o iap não está fazendo seu serviço.

Leia abaixo.

Jornal O Diário do Norte do Paraná de 22 de outubro de 2009

Índices - de merda – estão acima, mas IAP acha normal

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) apresentou esta semana os resultados dos exames laboratoriais das coletas que fez nos ribeirões Mandacaru e Maringá, que recebem resíduos das Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) 1 e 3, da Sanepar em Maringá. Segundo o chefe do instituto, Paulino Mexia, “os resultados mostram que as estações estão operando no limite máximo permitido pela lei, mas não estão irregulares”.

Continue com a conversa para boi dormir, estamos ouvindo.

Os dados contrariam laudos da própria Sanepar, inclusos numa ação movida pela Promotoria de Defesa do Meio Ambiente, que mostraram que, em cinco coletas feitas entre janeiro e maio deste ano, as duas estações estavam irregulares. Paulino também disse que as estações que estavam sem licença ambiental, agora já estão regularizadas.

Hmmm …

O chefe do IAP justificou que os novos laudos indicam que as ETEs 1 e 3 estão dentro de uma margem permitida “e por isso, a Sanepar não será multada agora”. Mas advertiu que “as estações estão no máximo do máximo e a Sanepar precisa se preocupar com isso”.

Mas, se não se preocupar o iap fará o que? O mesmo que estão fazendo agora: NADICA DE NADA!

Os laudos do IAP mostram que a emissão de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) das amostras colhidas no dia 15 de julho, era de 65 ml/l na ETE 3 e a coleta do dia 29 de outubro, na ETE 1, era de 72 mg/l. A resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), nº 357, estabelece que o valor máximo da DBO é de 60 mg/l, bem menos do que os valores encontrados pelo IAP.

A informação de Marli Vieira Lino, técnica responsável pelo laboratório do IAP em Londrina, que assina os novos laudos, é que apesar dos valores encontrados estarem acima da norma, os técnicos do IAP têm liberdade para interpretar os dados, segundo normas do próprio instituto.

Liberdade para interpretar … hmmm … suspeito …

“Para dizer que aquele valor encontrado significa poluição ou não, precisamos da interpretação do fiscal que fez a coleta”, disse. Professores do Laboratório de Análise de Água da Universidade Estadual de Maringá (UEM) preferiram não se manifestar sobre os laudos do IAP, apesar de reconhecerem que os valores indicados estão acima da resolução do Conama.

Os mesmos laudos do IAP mostram que a Demanda Química de Oxigênio (DQO) das amostras colhidas nos dois ribeirões que recebem descargas das lagoas de tratamentos 1 e 3, também estão acima do permitido pelo Conama.

Na ETE 1, a DQO estava em 264 mg/l e na ETE 3, estava em 242 mg/l. O Conama estabelece como valor máximo 150mg/l. O PH da água, segundo o Conama, deve ficar entre 5 e 9 e os laudos do IAP mostram que nas datas das coletas ele estava em 7,10 e 7,20.

Ah, Paulino. Vá tomar um copo de água na saída do ETE do Córrego Maringá vá. Se você fizer isso, acreditaremos que você acredita no que diz.

Novos laudos serão juntados ao processo

O promotor de Defesa do Meio Ambiente de Maringá, Manoel Ilecir Heckert, informou ontem que os novos laudos do IAP devem ser encaminhados para Curitiba, para fazerem parte da ação que a promotoria estadual move contra a Sanepar local, mas o prosseguimento ou não da ação vai depender da análise técnica desses laudos. Se no período anterior, quando a emissão de resíduos das lagoas estavam acima do permitido, houve prejuízo à saúde da população e ao meio ambiente, a ação prossegue, “mas caso isso não seja comprovado, a ação pode ser arquivada”, explicou.

Continua muito acima do permitido, Só não vê quem acha conveniente não ver.

As denúncias de que as estações que atendem à zona norte de Maringá (ETEs 1 e 3) estavam poluindo importantes mananciais, despejando esgoto com cargas poluentes bem acima do permitido pela legislação, e funcionando sem as licenças ambientais do IAP, foram feitas em agosto pelo O Diário, com base em documentos da Promotoria de Defesa do Meio Ambiente de Maringá. As duas denúncias, conforme a Lei Orgânica do Município (LDO) de Maringá, podem levar à cassação da concessão.

O Capítulo 5 da Lei Orgânica do Município, que trata das Obras e Serviços Públicos, determina, no seu Artigo 91, parágrafo 3º: “O município poderá retomar, sem indenização, os serviços permitidos ou concedidos, desde que executados em desconformidade com o ato ou contrato”. O Artigo 92, item 1º, que trata da fiscalização e rescisão da concessão prevê nos itens 4º e 5º “a obrigação de manter serviço adequado” e a “obrigação rigorosa de atender aos dispositivos de proteção ao meio ambiente”.

Eles continuam jogando merda em nossos rios e os únicos que poderiam detê-los estão olhando para o outro lado. Isto é a cara do Brasil.

Saiba mais nos links abaixo.

http://funverde.wordpress.com/2008/12/22/materia-do-sbt-com-a-funverde-sobre-o-tratamento-de-esgoto-da-sanepar/

http://funverde.wordpress.com/2008/12/04/projeto-mata-ciliar-funverde-29-de-novembro-de-2008/

http://funverde.wordpress.com/2006/11/11/11-novembro-2006-sabado/

 

Samso, Dinamarca – Paraíso sustentável

masshuu

Revista Isto É

Como Samso, na Dinamarca, tornou-se a primeira ilha do mundo a consumir apenas a energia que produz

Luciana Sgarbi

O lugar é um convite à integração com a natureza. A grama verde, o céu azul e o forte vento são traços marcantes da ilha dinamarquesa de Samso. Quando se olha para a frente, o tempo parece passar tão lentamente quanto as bicicletas antigas que rodam na cidade. Quando os olhos miram o alto, a revolução verde viaja a 100 km/h. São as gigantescas turbinas eólicas que, suspensas a 50 metros de altura, usam o vento para gerar energia suficiente para a população de pouco mais de quatro mil habitantes. É o lugar mais limpo, ecológico e energeticamente autossustentável do planeta.

“Costumo usar o exemplo de Samso como uma forma ambiciosa de lidar com os desafios energéticos dos EUA para acabar com a dependência dos combustíveis fósseis”, diz Randy Udall, célebre ativista ambiental e exdiretor da organização não governamental Core (sigla em inglês para Escritório Comunitário para a Eficiência de Recursos). Assim como ele, governantes de diversos países estão visitando a ilha para aprender a viver verde – por todos os seus lados, a sustentabilidade está presente. A cada hora a energia eólica é convertida em 463 quilowatts de eletricidade, suficientes para fornecer energia para 600 casas. Os alimentos consumidos são colhidos de hortas caseiras ou comprados de produtores locais. Tudo é orgânico. As bicicletas estão no topo da lista dos meios de transporte. Os quatro mil turistas que visitam a ilha todos os anos não sentem dificuldades em se adaptar às regras.

A arquitetura local também contribui. As casas são feitas no estilo clássico europeu, com madeira e tijolos. Painéis solares e usinas movidas a palha e lascas de madeira garantem 70% do aquecimento da água. O ciclo estaria completo se Samso não precisasse das três balsas movidas a diesel que ligam a ilha ao continente. Os moradores ressaltam, porém, que compensam essa emissão de carbono com a energia gerada pelas dez turbinas eólicas espalhadas no mar, sem contar outras 11 localizadas em terra.

a palha e lascas de madeira garantem 70% do aquecimento da água. O ciclo estaria completo se Samso não precisasse das três balsas movidas a diesel que ligam a ilha ao continente. Os moradores ressaltam, porém, que compensam essa emissão de carbono com a energia gerada pelas dez turbinas eólicas espalhadas no mar, sem contar outras 11 localizadas em terra.

Em Samso, fatura-se com o vento.

Os moinhos eólicos pertencem a investidores particulares, como o fazendeiro Jorgen Tranberg, ao governo ou a cooperativas que compraram cotas para financiar sua construção. “Ninguém faz um investimento só para se divertir. Sustentabilidade gera dinheiro”, diz Tranberg. Há seis anos, ele viu nas turbinas eólicas uma mina de ouro. Pediu um empréstimo de US$ 3 milhões para comprar a sua e agora tem um lucro anual de 8% e um faturamento de US$ 300 mil. “Ganhei dinheiro ajudando a poupar a natureza”, diz Tranberg.

Há seis anos, ele viu nas turbinas eólicas uma mina de ouro. Pediu um empréstimo de US$ 3 milhões para comprar a sua e agora tem um lucro anual de 8% e um faturamento de US$ 300 mil. “Ganhei dinheiro ajudando a poupar a natureza”, diz.

O modelo de sucesso ambiental de Samso repercutiu na Arábia. A cidade planejada de Masdar, em Abu Dhabi (o maior de todos os sete Emirados Árabes), pretende ser a primeira autossustentável do mundo. Ela deverá estar concluída em 2014 e minimizará as necessidades energéticas, não queimará combustíveis fósseis, ficará livre de emissões de gás e consumirá apenas energias renováveis. O projeto inclui a construção de uma grande central elétrica fotovoltaica, capaz de fornecer a energia necessária aos trabalhos de construção. Uma fábrica de hidrogênio será montada para abastecer os carros. E, além disso, turbinas eólicas como as dinamarquesas suprirão a demanda de energia local. Samso já fez escola.

Sergipe – uso de sacolas plásticas será probido

Mom of Four

Fax Aju de 22 de outubro de 2009

O deputado estadual Garibalde Mendonça (PMDB) utilizou a tribuna na manhã desta quinta-feira (22), na Assembleia Legislativa, para falar que deu entrada em Projeto de Lei, de sua autoria, que dispõe sobre a utilização obrigatória de embalagens biodegradáveis nos estabelecimentos comerciais de Sergipe. Os sacos plásticos de supermercado levam até 300 anos para se decompor. “É uma preocupação com o meio ambiente e com a população e o Estado de Sergipe sai na frente com um projeto como esse que vai beneficiar toda a população”, analisou o deputado.

Um dos artigos do PL determina que os estabelecimentos comerciais ficam obrigados a utilizar o acondicionamento de produtos e mercadorias em geral embalagens plásticas oxi-biodegradáveis (OBPs), quando estas embalagens possuírem características de transitoriedade. Entende-se por embalagem plástica oxi-degradável aquela que apresente degradação inicial por oxidação acelerada por luz e calor, e posterior capacidade de ser biogradradada por microorganismos e que os resíduos finais não sejam eco-tóxicos.

“Os estabelecimentos comerciais terão um ano para se adequarem à lei, a partir da data em que ela for sancionada, para substituírem suas embalagens. O Brasil produz anualmente 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima dos saquinhos plásticos. O plástico representa cerca de 10% do lixo do País. Na semana passada foi publicada uma matéria no jornal Cinform, sobre o feirante ecológico Antônio Mendes, que combate o uso do plástico, e que dá 10% de desconto em seus produtos para os clientes que não optarem pelas sacolas em suas barracas e disponibiliza uma pia para que seus consumidores lavem as mãos”, justificou Garibalde Mendonça.

O plástico na verdade representa 20% de todo o lixo do país. As sacolas plásticas sim, representam 10% de todo o lixo gerado diariamente no país.

Parabéns deputado Garibalde pela sua visão, ao perceber que o plástico eterno está destruindo nosso planeta mas, por favor, esteja preparado para uma visita do xico tóxico que tentará envenená-lo com mentiras para derrubar seu projeto de lei, porque ele um agente da brastimorte pago para impedir que leis que salvem o planeta do plástico sejam aprovadas.

Saiba que o xico não tem um só laudo comprovando as mentiras que conta e, ao contrário, nós temos todos os dados sobre a destruição causada pelo plástico eterno e saiba que existem dezenas de laudos internacionais e nacionais comprobando a eficácia do plástico oxi-biodegradável e claro.

Não se esqueça também que existe o plástico hidrodegradável também conhecido como plástico biodegradável, as sacolas de papel e pano, todas alternativas ecologicamente corretas ao plástico convencional eterno. Só não caia no engodo do plástico pseudo verde feito de cana, porque este dura tanto quanto o plástico convencional de petróleo.

Se precisar de ajuda contra o xico tóxico, conte conosco para desplastificar o planeta. E já conhecemos todas as artimanhas e mentiras da máfia do plástico desde 2005.