Água Perrier que se cuide

O Eco de 05 de outubro de 2009

Depois de a cidade australiana de Bundanoon (localizada a 150 quilômetros de Sydney) ter abolido a venda e o consumo de água engarrafada na semana passada, agora é a vez de Londres trocar as garrafinhas plásticas por “máquinas de água”. A iniciativa deve ser colocada em prática ainda este mês, em dois locais estratégicos: a estação de ônibus de Hammersmith e o museu da Tower Bridge. A mudança conta com o apoio das empresas de água londrinas, que ficarão responsáveis pela instalação das máquinas. Se a moda pegar nestes locais, que recebem cerca de 400 mil visitantes todos os anos, a iniciativa será ampliada para as estações de metrô e outros locais públicos, antes das Olimpíadas de 2012. O objetivo é estimular o uso de garrafas reutilizáveis.

A iniciativa tem recebido muitas críticas, principalmente sobre a qualidade da água, mesmo após um relatório ter indicado que a água da torneira é 99,99% compatível com as normas nacionais e européias. O setor da indústria de engarrafamento também não gostou da idéia, e alega que a medida lhes causará um rombo de 1,5 bilhão de dólares anuais. Do outro lado, no entanto, estão argumentos pra lá de convincentes em favor da medida: o engarrafamento de água exige 2 mil vezes mais energia para sua produção em comparação à água de torneira, provoca uso desnecessário de plástico e combustível para transporte e apenas 1/3 dos 13 bilhões de garrafas plásticas vendidas no Reino Unido em 2008 para diversos usos foi reciclado.

O vídeo (sem áudio) mostra como é o funcionamento da “máquina de água”, que enche uma garrafa de 500 ml por 20 pence (cerca de R$ 0,60).

Seminário – Sistemas de avaliação da sustentabilidade nas construções

Clique na imagem para ampliar.

Maiores informações no site http://www.cmrr.mg.gov.br/.

Samso, Dinamarca – Paraíso sustentável

masshuu

Revista Isto É

Como Samso, na Dinamarca, tornou-se a primeira ilha do mundo a consumir apenas a energia que produz

Luciana Sgarbi

O lugar é um convite à integração com a natureza. A grama verde, o céu azul e o forte vento são traços marcantes da ilha dinamarquesa de Samso. Quando se olha para a frente, o tempo parece passar tão lentamente quanto as bicicletas antigas que rodam na cidade. Quando os olhos miram o alto, a revolução verde viaja a 100 km/h. São as gigantescas turbinas eólicas que, suspensas a 50 metros de altura, usam o vento para gerar energia suficiente para a população de pouco mais de quatro mil habitantes. É o lugar mais limpo, ecológico e energeticamente autossustentável do planeta.

“Costumo usar o exemplo de Samso como uma forma ambiciosa de lidar com os desafios energéticos dos EUA para acabar com a dependência dos combustíveis fósseis”, diz Randy Udall, célebre ativista ambiental e exdiretor da organização não governamental Core (sigla em inglês para Escritório Comunitário para a Eficiência de Recursos). Assim como ele, governantes de diversos países estão visitando a ilha para aprender a viver verde – por todos os seus lados, a sustentabilidade está presente. A cada hora a energia eólica é convertida em 463 quilowatts de eletricidade, suficientes para fornecer energia para 600 casas. Os alimentos consumidos são colhidos de hortas caseiras ou comprados de produtores locais. Tudo é orgânico. As bicicletas estão no topo da lista dos meios de transporte. Os quatro mil turistas que visitam a ilha todos os anos não sentem dificuldades em se adaptar às regras.

A arquitetura local também contribui. As casas são feitas no estilo clássico europeu, com madeira e tijolos. Painéis solares e usinas movidas a palha e lascas de madeira garantem 70% do aquecimento da água. O ciclo estaria completo se Samso não precisasse das três balsas movidas a diesel que ligam a ilha ao continente. Os moradores ressaltam, porém, que compensam essa emissão de carbono com a energia gerada pelas dez turbinas eólicas espalhadas no mar, sem contar outras 11 localizadas em terra.

a palha e lascas de madeira garantem 70% do aquecimento da água. O ciclo estaria completo se Samso não precisasse das três balsas movidas a diesel que ligam a ilha ao continente. Os moradores ressaltam, porém, que compensam essa emissão de carbono com a energia gerada pelas dez turbinas eólicas espalhadas no mar, sem contar outras 11 localizadas em terra.

Em Samso, fatura-se com o vento.

Os moinhos eólicos pertencem a investidores particulares, como o fazendeiro Jorgen Tranberg, ao governo ou a cooperativas que compraram cotas para financiar sua construção. “Ninguém faz um investimento só para se divertir. Sustentabilidade gera dinheiro”, diz Tranberg. Há seis anos, ele viu nas turbinas eólicas uma mina de ouro. Pediu um empréstimo de US$ 3 milhões para comprar a sua e agora tem um lucro anual de 8% e um faturamento de US$ 300 mil. “Ganhei dinheiro ajudando a poupar a natureza”, diz Tranberg.

Há seis anos, ele viu nas turbinas eólicas uma mina de ouro. Pediu um empréstimo de US$ 3 milhões para comprar a sua e agora tem um lucro anual de 8% e um faturamento de US$ 300 mil. “Ganhei dinheiro ajudando a poupar a natureza”, diz.

O modelo de sucesso ambiental de Samso repercutiu na Arábia. A cidade planejada de Masdar, em Abu Dhabi (o maior de todos os sete Emirados Árabes), pretende ser a primeira autossustentável do mundo. Ela deverá estar concluída em 2014 e minimizará as necessidades energéticas, não queimará combustíveis fósseis, ficará livre de emissões de gás e consumirá apenas energias renováveis. O projeto inclui a construção de uma grande central elétrica fotovoltaica, capaz de fornecer a energia necessária aos trabalhos de construção. Uma fábrica de hidrogênio será montada para abastecer os carros. E, além disso, turbinas eólicas como as dinamarquesas suprirão a demanda de energia local. Samso já fez escola.

Sergipe – uso de sacolas plásticas será probido

Mom of Four

Fax Aju de 22 de outubro de 2009

O deputado estadual Garibalde Mendonça (PMDB) utilizou a tribuna na manhã desta quinta-feira (22), na Assembleia Legislativa, para falar que deu entrada em Projeto de Lei, de sua autoria, que dispõe sobre a utilização obrigatória de embalagens biodegradáveis nos estabelecimentos comerciais de Sergipe. Os sacos plásticos de supermercado levam até 300 anos para se decompor. “É uma preocupação com o meio ambiente e com a população e o Estado de Sergipe sai na frente com um projeto como esse que vai beneficiar toda a população”, analisou o deputado.

Um dos artigos do PL determina que os estabelecimentos comerciais ficam obrigados a utilizar o acondicionamento de produtos e mercadorias em geral embalagens plásticas oxi-biodegradáveis (OBPs), quando estas embalagens possuírem características de transitoriedade. Entende-se por embalagem plástica oxi-degradável aquela que apresente degradação inicial por oxidação acelerada por luz e calor, e posterior capacidade de ser biogradradada por microorganismos e que os resíduos finais não sejam eco-tóxicos.

“Os estabelecimentos comerciais terão um ano para se adequarem à lei, a partir da data em que ela for sancionada, para substituírem suas embalagens. O Brasil produz anualmente 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima dos saquinhos plásticos. O plástico representa cerca de 10% do lixo do País. Na semana passada foi publicada uma matéria no jornal Cinform, sobre o feirante ecológico Antônio Mendes, que combate o uso do plástico, e que dá 10% de desconto em seus produtos para os clientes que não optarem pelas sacolas em suas barracas e disponibiliza uma pia para que seus consumidores lavem as mãos”, justificou Garibalde Mendonça.

O plástico na verdade representa 20% de todo o lixo do país. As sacolas plásticas sim, representam 10% de todo o lixo gerado diariamente no país.

Parabéns deputado Garibalde pela sua visão, ao perceber que o plástico eterno está destruindo nosso planeta mas, por favor, esteja preparado para uma visita do xico tóxico que tentará envenená-lo com mentiras para derrubar seu projeto de lei, porque ele um agente da brastimorte pago para impedir que leis que salvem o planeta do plástico sejam aprovadas.

Saiba que o xico não tem um só laudo comprovando as mentiras que conta e, ao contrário, nós temos todos os dados sobre a destruição causada pelo plástico eterno e saiba que existem dezenas de laudos internacionais e nacionais comprobando a eficácia do plástico oxi-biodegradável e claro.

Não se esqueça também que existe o plástico hidrodegradável também conhecido como plástico biodegradável, as sacolas de papel e pano, todas alternativas ecologicamente corretas ao plástico convencional eterno. Só não caia no engodo do plástico pseudo verde feito de cana, porque este dura tanto quanto o plástico convencional de petróleo.

Se precisar de ajuda contra o xico tóxico, conte conosco para desplastificar o planeta. E já conhecemos todas as artimanhas e mentiras da máfia do plástico desde 2005.

Teresina, PI – sancionada a lei que proíbe sacolas plásticas

Cesar Redondo

TV Canal 13 de 23 de outubro de 2009

O prefeito de Teresina Sílvio Mendes sancionou a Lei Nº 3.874 de 09 de junho de 2009, que proíbe a utilização de sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais. A lei entrará em vigor a partir do dia 2 de janeiro de 2010. Todos os estabelecimentos comerciais e fornecedores de embalagens deverão se adequar à necessidade de produção de sacolas biodegradáveis.

De acordo com a lei, os estabelecimentos comerciais, farmácias, lanchonetes, panificadoras, açougues, laboratórios de análise clínicas, hospitais, comércios e prestadores de serviços em geral ficam obrigados a utilizar para acondicionamento de produtos e mercadorias em geral sacolas biodegradáveis ou oxi-biodegradáveis, ou, ainda, de papel ou tecidos retornáveis.

“A utilização de embalagens biodegradáveis, com destaque para adoção da celulose como matéria-prima, é recomendada pelos organismos internacionais de proteção e defesa do meio ambiente. Países como Alemanha, Canadá, Estados Unidos e França já adotam esses mecanismos há várias décadas. Teresina parte na frente entre as cidades brasileiras preocupadas com a preservação do meio ambiente”, explica Clóvis Freitas Júnior, secretário municipal de Meio Ambiente.

Os estabelecimentos comerciais com mais de 150 funcionários estarão obrigados a implantar de imediato a exigência da lei, bem como farmácias, lanchonetes, panificadoras e afins que possuírem mais de 25 empregados. Os demais estabelecimentos de Teresina só estarão obrigados a utilizar as sacolas após seis meses da vigência da lei.

As sacolas oxi-biodegradáveis possuem as mesmas características, com a vantagem de se decomporem entre seis e 18 meses.

Maravilhosa notícia, agradabilíssima, num terrível momento para nós, protetores do planeta, em que a braskem e plastivida atacam de bons moços com suas propagandas vagabundas idolatrando o plástico – jogaram 7 milhões na mão do Washington Olivetto, para a W mostrar o plástico como o salvador da civilização -, fazendo lavagem cerebral na população deste país, para que se esqueçam que mais de 20 bilhões de sacolas plásticas de uso único são jogadas no nosso solo todos os anos e lá permanecerão, por 5 séculos ou mais, como passivo ambiental que nossos mais longínquos descendentes terão que mitigar.

Isso porque a brastimorte – palavra nova, adivinhem junção de que e quem adivinhar envie uma mensagem – não quer se responsabilizar pelo lixo que cria, apenas quer usufruir pelo lucro que o plástico gera. Estamos falando em centenas de bilhões de Reais por ano.

Veja bem que atacamos somente o plástico de uso único, aquele que é usado por minutos e depois é descartado, não estamos falando de bancos de plástico, escadas, peças de automóveis … este plástico quando perde sua utilidade não acaba voando pelas cidades, não acaba em fundos de vale e mares.

Atacamos mais firmemente ainda as sacolas plásticas de uso único de plástico convencional, que tem que ser banidas da sociedade moderna, como uma invenção totalmente inútil, que está nos sufocando em um mar de plástico, isso em menos de 30 anos de uso. Imagine se não agirmos agora para banir esta invenção infernal, como estarão nossos descendentes após 300 anos de uso dessas sacolas infernais, certamente não haverá mais solo para se pisar neste planeta, apenas o plástico sob nossos pé. Imagine também como estará o oceano, que hoje já tem muitos lugares mortos por causa de partículas de plástico.

Temos que agir agora contra este vilão que é o plástico indestrutível, o plástico convencional, antes que seja tarde. Saiba que estas propagandas da brastimorte pretendem ser como uma venda para seus olhos, uma verdadeira lavagem cerebral. Oponha-se a isto, não seja enganado.

Apóie estas novas leis que estão sancionadas em todo o território nacional e, quando a plastimorte armar as suas audiências públicas fajutas para derrubar estas leis do bem, esteja lá, convide seus amigos, vizinhos e parentes para enxotarem estes bandidos de sua cidade.

Não deixe somente para nós ambientalistas, resolverem os problemas do planeta, porque você vive neste mesmo planetinha azul e a responsabilidade pelo futuro da humanidade é tanto nossa quanto sua.

Aquidauana, MS – Comércio de terá que trocar sacolas plásticas

Anastácio notícias de 08 de outubro de 2009

Um novo dispositivo para favorecer o meio ambiente acaba de ser aprovado pelos vereadores aquidauanenses, que vai atingir os estabelecimentos comerciais de Aquidauana, medida essa, já em prática em outras cidades do país.

Assim que entrar em vigor, a nova Lei obrigará o uso de embalagens plásticas oxi-biodegradáveis, ou seja, será o fim daquelas famosas sacolinhas brancas dos supermercados.

O estabelecimento comercial que deixar de cumprir a lei, sofrerá advertência, multa de dois mil reais, majoração da multa e até a suspensão do alvará de funcionamento até se adaptar ao dispositivo da lei.

Campanhas poderão acontecer pela prefeitura municipal em parcerias com Ong’s ou associações, para promover campanhas de conscientização acerca dos danos causados pelas sacolas e sacos plásticos e os ganhos ambientais na utilização de plásticos oxi-biodegradável ou biodegradável.

Após sua aprovação unânime no Legislativo, o projeto de lei de autoria do Vereador Wezer Lucarelli, segue para o Executivo Municipal as aplicação dos dispositivos legais.

Parabéns ao vereador Wezer Lucarelli e à cidade de Aquidauana pelo início da desplastificação de Aquidauana.

Gravataí, RS – lei de sacola ecológica

Do site Ricardo do PV de 8 de outubro de 2009

O Vereador Ricardo Canabarro protocolou um projeto de lei que sobre a obrigatoriedade dos estabelecimentos comerciais utilizarem para o acondicionamento de produtos o uso de embalagens plásticas oxi–biodegradáveis.

As sacolas oxi–biodegradáveis são aquelas que apresentem degradação inicial por oxidação acelerada por luz e calor e posterior capacidade de ser biodegradada por microorganismos, onde o resultado seja CO2, água e biomassa.

“A ideia é reduzir o impacto ambiental pela utilização de sacolas plásticas convencionais na rede de esgoto, bueiros, arroios e no Rio Gravataí.

Além disso, a sacola oxi–biodegradável facilitará em muito o processo de decomposição dos resíduos em nosso aterro sanitário, aumentando sua vida útil”, comentou Ricardo Canabarro.

Os prazos para adequação dos estabelecimentos comerciais no projeto será de dezoito a trinta e seis meses, dependendo do tamanho dos estabelecimentos comerciais.

“Atualmente, existem mais de 90 empresas que produzem as sacolas oxi-biodegradáveis no Brasil e o preço é de 10% a 15% superior as sacolas convencionais, porém estaremos trocando uma matéria-prima que leva até 100 anos para se decompor por uma nova tecnologia que tem uma vida útil de 18 meses. Não tem preço. A natureza e as gerações futuras agradecem”, afirmou Ricardo.

Parabéns vereador Ricardo Canabarro, por sua preocupação com os habitantes deste planeta, é de mais políticos como o senhor que o planeta precisa.

Só algumas correções, existem mais de 230 fábricas de plástico oxi-biodegradável no país, o preço deste plástico ambientalmente correto é no máximo 5% maior do que o plástico convencional e, dependendo da quantidade utilizada – supermercados, por exemplo – o preço é exatamente o mesmo do plástico convencional eterno e por fim, o plástico convencional eterno demora até 5 séculos para se decompor.

Rio Grande do Sul resolve o problema das sacolas de uso único … criando lei para uso de sacolas 30% mais grossas

gilberto.simon2006

Parece piada de russo. Quando lemos, não conseguimos acreditar na cagada que o dePUTAdo Giovani Cherini conseguiu fazer.

Enquanto estamos aqui, desde 2004, lutando dia e noite, sábados, domingos e feriados para banir as malditas sacolas pásticas de uso único do planeta, vem esta ameba com diarréia apresentar este projeto de lei.

Nossa única esperança agora é que a governadora vete esta lei imbecil, que certamente, logicamente, obviamente teve o dedinho do xico tóxico da plastimorte para ser elaborada.

Agora leia e sinta a alegria no texto da plastimorte. Podemos ver até o xico tóxico rindo como uma hiena da vitoria conquistada para seus mestres da escuridão.

***

Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul aprova Projeto de Lei em favor das sacolas plásticas

Informe plastimorte de 01 de outubro de 2009

A Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou em 29 de setembro, às 18 horas, por 42 votos a favor e 3 contra, em Porto Alegre, o Projeto de Lei (PL) 219/08 de autoria do Deputado Giovani Cherini, que “proíbe a disponibilização de sacolas plásticas por supermercados e outras casas de comércio fora dos padrões estabelecidos pela Norma 14.937 da ABNT”.

A decisão é altamente disciplinadora, porque obrigará o varejo e a cadeia produtiva a colocar no mercado somente sacolas plásticas fabricadas dentro da Norma Técnica. Por serem mais resistentes, essas embalagens deverão levar a uma redução de seu consumo em torno de 30%.

Para se transformar em Lei, o PL deverá ser sancionado pela Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, no prazo máximo de 15 dias.

Primeiro vamos à oração diária do xico tóxico ao seu amado lider, aquele para quem ele se vendeu por 15 talentos. Imagine a cena. Ajoelhado, com a bunda virada para o sol nascente: salve ó poderosa brasquem?, soberana da república tupiniquim, aquela tem domínio sobre todos os seus habitantes, aquela que é intocável, que vomita seu plástico todos os segundos do dia e deixa para os seus escravos limparem sua sujeira, inclusive os escravos que nascerão nos próximos cinco séculos. Salve ó brasquem?, aquela que não deixa a política nacional dos resíduos sólidos ser aprovada, porque daí ela teria que limpar seu vômito, o plástico, aquela que polui rios, mares, mata animais, provoca enchentes e mesmo assim jamais é punida.

Xico, vamos desmascarar mais uma mentira que você adora contar. Você adora dizer que essas embalagens deverão – deverão é suposição, um achômetro, chutômetro - sofrer uma redução do consumo em 30%. Para variar você está escondendo parte do texto. O que você “esqueceu” de dizer é que estas sacolas serão 30% mais espessas, grossas, isto é, vamos falar claramente:  menos 30% de consumo e mais 30% de plástico em cada sacola. Se você frequentou o ciclo básico de ensino você sabe muito bem que o resultado imútável desta conta é igual a ZERO.

Isto é, a máfia dos plásticos encontrou uma maneira de parecer boazinha, de estar ajudando o planeta e e ainda por cima aumentando seu multibilionário lucro.

Primeiro, vamos ao texto da assembléia legislativa do Rio Grande do Sul e antes disso uma pergunta, você estava sabendo de alguma coisa que tenha sido divulgada previamente nos jornais e televiõses? Nós também não, foi tudo bem quietinho para ninguém questionar. Esquisiiito … 

Jus Brasil de 30 de setembro de 2009

No intuito de buscar uma solução para reduzir o impacto ambiental produzido pelo uso incontido e indiscriminado de sacolas plásticas nos supermercados gaúchos, o deputado Giovani Cherini (PDT) apresentou e os deputados gaúchos aprovaram na tarde de hoje (29) o projeto de lei 219/2008, que proíbe a disponibilização de sacolas plásticas fora dos padrões da norma nº 14.937 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Pelo projeto de Cherini, as sacolas deverão indicar, em quilogramas, a respectiva capacidade de carga, e os supermercados que ainda não utilizam o material terão um prazo de 180 dias para a adaptação. O projeto de lei aguarda agora a sanção da governadora Yeda Crusius, que terá um prazo de quinze dias úteis para manifestar-se.

A normativa da ABNT que trata das sacolas plásticas diz que “se exigirá, até mesmo pelos motivos que se vislumbra no material juntado à presente, que seja de 0,027 milímetros a espessura mínima das sacolas plásticas…”. Segundo Cherini, “as sacolas plásticas hoje utilizadas são extremamente frágeis, sendo necessária a sobreposição de duas ou três sacolas. Além disso são reaproveitadas em larga escala para armazenar lixo, as quais infestam e degradam o meio ambiente por centenas de anos”, alerta. “Nossa proposta é que as sacolas sejam mais resistentes, e que com isso consigamos diminuir a utilização em grande número”, encerra.

Agora, vamos ao texto idiota da lei imbecil.

Projeto de Lei nº 219 /2008

Proíbe a disponibilização de sacolas plásticas por supermercados e outras casas de comércio fora dos padrões
estabelecidos pela norma n° 14.937 da ABNT.

Art. 1° Fica proibida, no Estado do Rio Grande do Sul, a disponibilização de sacolas plásticas em supermercados e outras casas de comércio do mesmo gênero, com mais de 4 caixas registradoras, fora das
especificações estabelecidas pela norma n° 14.937 da ABNT.

Parágrafo único. Além das especificações contidas na norma referida no “caput”, as sacolas plásticas
deverão possuir a espessura mínima de 0,027 milímetros e indicar, em quilogramas, a respectiva capacidade
de carga.

Art. 2° Os estabelecimentos terão um prazo de 180 dias, contados da publicação desta Lei, para se
adequar aos seus dispositivos.

Parágrafo único. A inobservância da norma acarretará ao infrator, conforme estabelecido em
regulamento, sanção administrativa.

Art. 3º Esta Lei poderá ser regulamentada para garantir a sua fiel execução.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Deputado(a) Giovani Cherini

AVISO! Se você é verador, prefeito, deputado estadual ou federal, senador, governador ou ainda presidente ou primeiro ministro de algum país e ama o único planeta que temos para viver, se você se ama e ama aos seus filhos e netos ou ainda aqueles que irão nascer, nunca, jamais, em momento algum copie esta lei cujo único propósito é destruir o planeta e a humanidade.

Apenas postamos esta lei para você ver o absurdo que ela é.

Temos sim, que fazer leis para restringir o uso das sacolas plásticas de uso único, temos sim que fazer leis para abolir o uso das sacolas plásticas de uso único e JAMAIS fazer lei para incentivar o uso delas.

Político, tenha responsabilidade, honre quem o elegeu e entenda que de você devem partir as leis que regem a sociedade e a sociedade só sobreviverá se eliminarmos o que não é sustentável, o que não é reciclável, o que não é ambientalmente correto.

Não se esqueça, não existe reciclagem de sacola plástica, pois é necessário coletar 800 delas para vender por 10 centavos. Então essa lei só beneficiará a brasquem?, porque ela irá vender mais resina para fazer a sacola mais espessa que irá continuar sem ser reciclada, cobrindo o planeta de lixo.

Se a governadora sancionar esta lei do mal, será um escândalo, um crime contra a humanidade.

As fotos no início do texto são das margens do Rio Guaiba, o rio mais famoso do Rio Grande do Sul, hoje já emporcalhado com sacolas de uso único, imagine com as sacolas mais grossas. Será que o dePUTAdo giovani já fez um piquenique ou mesmo uma caminhada às margens do guaiba?? Cremos que não, pois senão, não apresentaria este pojeto de lei criminoso.

Confiança lança campanha para reduzir uso das sacolas de plástico

kiwi and pear

JCNET de 06 de outubro de 2009

A rede Confiança de Supermercados lança hoje uma campanha para estimular o uso de sacolas retornáveis e reduzir o consumo de sacolas plásticas. A iniciativa conta com orientação dos funcionários da empresa.

De acordo com a coordenadora de projetos sociais da rede supermercadista, Rosana Fernandes, os funcionários da empresa passaram por um processo de capacitação, para que possam orientar os clientes das lojas. “Buscamos conscientizar sobre a necessidade de preservação do meio ambiente e o impacto causado pelo acúmulo de plástico na natureza”, explica.

A campanha começa hoje com vários cartazes pelas lojas da rede, inclusive na unidade de Marília, além de funcionários com camisetas alertando sobre a iniciativa. O tema da campanha, “A natureza confia em você”, também será explicado em informes que serão distribuídos aos clientes. “Nosso objetivo é estimular as pessoas para que tragam sacolas retornáveis de suas casas. Pode ser até de supermercados concorrentes. O importante é que não usem muitas sacolinhas”.

De acordo com Rosana, muitos clientes já aderiram à idéia, mas ela ressalta que é preciso expandir esse volume. “Sabemos que o processo será lento, mas temos que começar esse movimento”, explica. A campanha vai até o dia 22. Depois disso, continuam apenas as atividades com os funcionários.

E para quem não aderiu às sacolas retornáveis, o Confiança substituiu há dois meses as sacolinhas que costumam utilizar para acondicionar as compras de seus clientes. De acordo com Rosana, ao contrário das sacolinhas, que demoram até 500 anos para se decompor, a rede passou a usar modelos feitos a partir de material oxibiodegradável. Segundo a coordenadora, as novas sacolas demoram até 10 anos para se decompor. “Ainda não é o ideal, mas muita gente ainda faz questão do uso de sacolinhas. Então, que seja uma que cause impacto ambiental menor”, pondera.

Parabéns pela iniciativa, mas já avisamos que não irá funcionar. O cliente está tão acostumado a “ganhar” as sacolinhas que sem a cobrança pelas sacolas, sem banir as sacolas do local, nehuma campanha educativa irá funcionar, tem que ser pela dor – no bolso – , neste caso o amor – campanha de incentivo – não resolverá.

Mato Grosso do Sul – uso de sacolas em supermercados pode ser proibido

Campo Grande News de 29 de setembro de 2009

A distribuição indiscriminada de sacolas plásticas em supermercados, farmácias e feiras, entre outros estabelecimentos, pode ser proibida em Mato Grosso do Sul.

Proposta apresentada pelo deputado estadual Paulo Duarte (PT) nesta terça-feira veta o fornecimento das “sacolinhas” dentro de um prazo de dois a três anos, a contar da aprovação da Lei.

Pelo projeto, os comerciantes devem fornecer embalagens de material biodegradável ou pelo menos reutilizável, de preferência de papel a seus clientes.

Se forem de material descartável, as embalagens deverão cumprir alguns requisitos, como degradar-se dentro de um período específico e apresentar como resultado da biodegradação apenas gás carbônico, água e biomassa.

Para as microempresas e empresas de pequeno porte, o prazo para cumprimento da lei é de três anos. Já para as empresas de grande porte, a lei deverá começar a ser cumprida dois anos após sua aprovação.

Um dos benefícios, segundo Paulo Duarte, é o incentivo fiscal que estas empresas podem receber caso aplicarem recursos em programas ambientais diretamente relacionados à mudança de comportamento da sociedade em relação às embalagens biodegradáveis ou reutilizáveis.

O deputado disse que discutiu o assunto com alguns supermercadistas. Ele destaca que sua proposta não tem a intenção de ser punitiva e nem proibitiva, mas sua idéia foi voltar o foco da sociedade à preservação.

Por que será que estes políticos tem medo de proibir, punir? Esse é o trabalho deles, ao criar leis que protejam a coletividade. Parem de ter medo e se orgulhem de fazer leis que, mesmo sendo desagradáveis, mudam o mundo para melhor. Vocês podem até perder o voto dos poluidores, mas certamente ganharão muitos mais votos de eleitores conscientes.

“Mesmo sabendo que só um projeto não resolve o problema, é um primeiro passo para chegar lá”, declarou.

Ele lembra que, além de poluir a natureza, as sacolas entopem canais de água, bueiros e ainda são depósitos para larvas do mosquito da dengue.

“Antes de mais nada trata-se de uma mudança cultural. Em muitos países da Europa já há essa proibição”, observou.

Estima-se que no Brasil são produzidas 210 mil toneladas anuais de plástico a partir do Polietileno, Polipropileno ou materiais similares.

Mudança de hábito

A maioria dos usuários de sacolas tem a preocupação com a destinação do lixo. Isso porque os saquinhos plásticos são quase sempre reutilizados para acomodar restos de comida e embalagens vazias.

A dona de casa Deise Teixeira, de 71 anos, não vê outro modo de carregar suas compras e acomodar seu lixo.

“Vai carregar as coisas como?”, questiona, opinando que a distribuição de sacolas plásticas deveria continuar.

Como assim, essa mulher não sabe como levar as compras para casa aos 71 anos? Com essa idade ela certamente usava sacolas retornáveis antes de se acostumar ao plástico. Que volte aos velhos hábitos. Já não se fazem mais avós como antigamente, que costuravam, faziam crochê, tricô, que faziam suas próprias sacolas retornáveis.

Já o aposentado Aparecido Alves de Oliveira, de 60 anos, concorda com o fim do uso das sacolas, desde que elas sejam substituídas por outro tipo de embalagem, distribuída gratuitamente pelos estabelecimentos.

“A gente tem que transportar em algum lugar, tudo bem mudar, desde que tenha um substituto”, afirmou.

O estabelecimento vende a mercadoria, como o cliente leva para casa é problema dele. Daqui a pouco as pessoas irão exigir transporte gratuito também para irem às compras. É muita cara de pau, muita folga do brasileiro. Compre sacolas retornáveis, faça sacolas retornáveis, leve na mão, mas pare de defender as malditas sacolas de uso único eternas.

A fisioterapeuta Soraia Rodrigues diz se preocupar com a poluição do meio ambiente e afirma que sempre abre mão das sacolas quando há outro meio de transporte das mercadorias.

“Tento colaborar de alguma forma”, diz. Mesmo assim, admite utilizar as sacolas para depositar o lixo de sua residência.

O deputado Paulo Duarte afirma que a alternativa mais viável para o fim do uso das sacolas como depósito de lixo é a coleta reciclável.

“Este nosso projeto é o primeiro passo para chegar nessa fase”, complementou.

Com a separação de material reciclável, o uso do saco de lixo cai em 75%, isso é um fato inegável, só não vê quem não quer.

Isopor

Outra preocupação de ambientalistas em Mato Grosso do Sul é com a destinação do isopor.

Este tipo de embalagem está sendo cada vez mais utilizada no Estado, principalmente por padarias e restaurantes.

Na natureza, o isopor leva cerca de 150 anos para ser degradado, conforme estimativas.

Apesar de ser considerado um produto ecológico, já que não contamina o solo, a água e o ar, e de ser 100% reciclável, não há uma destinação adequada.

Na prática, esse tipo de material não vem sendo reciclado e invariavelmente vai parar no lixão das cidades.

Já existe o isopor oxi-biodegradável, que em aproximadamente um ano e meio terá sido consumido por microorganismos.

E daí xiquito, já arrumou as malas para ir bancar o mala no pantanal? Vá por mim, que tal mergulhar em um rio de piranhas e jacarés enquanto estiver lá? Pelo menos você vai sedimir de todos os seus pecados contra o planeta e ter alguma utilidade na vida, alimentar a fauna local, hahaha.