Concurso Tião Sá

clique no cartaz para ver em tamanho maior.

 
O prêmio Tião Sá é um prêmio de incentivo à pesquisa ambiental e à educação ambiental. O objetivo é estimular o desenvolvimento de trabalhos que possam contribuir para o controle, conservação, recuperação e educação ambiental na capital.

Instituído em 1995 pela Lei Municipal 4203 em homenagem ao ambientalista Sebastião Salles de Sá, o prêmio apresenta duas categorias de participação: pesquisa ambiental e educação ambiental. Os três primeiros lugares de cada categoria recebem troféu e certificado. O primeiro colocado em cada categoria também ganha prêmio em dinheiro.

Tradicionalmente, a premiação acontece durante a Feira do Verde, prevista para novembro.

Clique aqui para maiores informações.

As ações diárias que salvam o planeta

Estadão de 04 de junho de 2008

Pequenas mudanças de hábito de consumo e coportamento no dia-a-dia de cada um diminuem impactos ao meio ambiente.

Clique no atalho para ler.

http://www.estadao.com.br/especiais/as-acoes-diarias-que-salvam-o-planeta,19069.htm

Venezuela – Plásticos son ecológicos y útiles para la medicina

El Universal

Existen polímeros capaces de degradarse sin intoxicar al ambiente

El uso intensivo de polímeros para la obtención de plásticos está modificando las tendencias industriales de la época actual: en lugar de reutilizar o reciclar, la visión moderna se está orientando a la producción de materiales cada vez más degradables. Tal es el caso del desarrollo de nuevos materiales más ecológicos, como, por ejemplo, las bolsas plásticas de poliolefina, conocidas comercialmente como oxo-biodegradables.

Según informa el departamento del Instituto Venezolano de Investigaciones Científicas, IVIC, estas bolsas, recién incorporadas al mercado venezolano a través de algunas cadenas de supermercados, contienen aditivos químicos especiales que aceleran su proceso de degradación sin causar efectos tóxicos sobre el entorno; de allí que sean capaces de descomponerse en un tiempo máximo de dos años sin perjudicar la flora y fauna, a diferencia de las bolsas tradicionales que pueden permanecer en la superficie terrestre hasta un siglo.

En verdad, las bolsas tradicionales pueden quedarse en el planeta por hasta cinco siglos.

El área biomédica en el territorio nacional también se ha beneficiado de los plásticos. Suturas que se bioabsorben, clavos poliméricos que sustituyen a los clavos metálicos usados para el tratamiento de fracturas, así como implantes temporales o permanentes como los de rodilla, están hechos con polímeros especiales que los fluidos fisiológicos son capaces de disolver, asimilar o biodegradar dentro del cuerpo sin necesidad de extraerlos por medio de una cirugía.

“Lo ideal sería tener un mismo material que con pequeñas modificaciones pueda tener distintas aplicaciones y, por lo tanto, fuera fácilmente reciclado, pero eso no siempre es posible”. Así lo afirmó Rafael van Grieken, vicerrector de Investigación de la Universidad Rey Juan Carlos de España, durante el XIII Coloquio Venezolano de Polímeros 2009, organizado por el Laboratorio de Polímeros del IVIC y la Asociación Venezolana de Polímeros (Asovenp).

Una de las razones por las cuales los plásticos no pueden reutilizarse es que éstos pierden parte de su esencia durante el proceso y “al mezclarlos vamos a deteriorar las propiedades del material virgen, no lo podemos incorporar en grandes proporciones y el costo de obtener ese material reciclado en las condiciones adecuadas es elevado”, explicó Alejandro Müller, profesor titular de la Universidad Simón Bolívar (USB) y presidente de Asovenp. A su juicio, existen plásticos 100% amigables al medio ambiente, “pero son muy costosos, es difícil reemplazar plásticos tradicionales aunque cada vez hay más avances en esa área”, dijo.

Al ser un país petroquímico, Venezuela produce polímeros sintéticos no biodegradables y los transforma en commodities, como se conocen los plásticos de uso masivo.

Rede Super Muffato promove campanha ambiental

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Craig Jewell

Gazeta do Paraná de 26 de maio de 2009

A 2ª edição da Campanha “Um dia sem ela” visa conscientizar sobre a preservação do meio ambiente e diminuir os impactos ambientais…

No dia 5 de junho, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente todas as lojas da rede de supermercados Super Muffato, realizarão a campanha “Um dia sem ela”, que é um dia sem as sacolas plásticas, e que visa conscientizar a população na preservação do meio ambiente e diminuir os impactos ambientais.

Nesse dia a rede estará acomodando as compras das pessoas que passarem pelas lojas em caixas de papelão, que são recicláveis, ou em sacolas retornáveis ou ainda nas sacolas que os consumidores trouxerem de casa.

Essa é a 2ª edição da campanha, que no ano passado, em apenas um dia sem as sacolas plásticas o grupo deixou de jogar no meio ambiente 460 mil sacolas. No ano passado 90% das pessoas aderiram à ideia. O objetivo esse ano é alcançar 100%.

Isto é uma brincadeira sem graça. Não dar sacolas só em um dia por ano? Isso é marketing falso, para enganar o cliente.

A rede joga no planeta quase 200 milhões de sacolas durante um ano, então, que diferença faz economizar 460 mil sacolas? Para o marketing verde dela pode fazer diferença , mas para o planeta não faz nenhuma diferença, é uma gota d´água a menos no mar de sacolas que eles distribuem e emporcalham o planeta todos os todos os dias.

Já conversamos com o marketing deles no ano passado e sugerimos o dia sem sacola ao menos uma vez por semana, durante 3 meses, sempre na terça-feira, dia de menor movimento, depois dois dias, na terça-feira e na quinta-feira, até banir para sempre as sacolas, mas não nos ouviram, continuam distribuindo sacolas adoidadamente.

Ao menos usam sacolas oxi-biodegradáveis, que são ambientalmente corretas, mas o plástico oxi-biodegradável deve ser usado para sacolas de dentro do mercado, antes de chegar no caixa, para mercadorias industrializadas, para padaria, açougue, sacos LFV – sacos para frutas, legumes e verduras -, plástico flexível e bandeja de isopor …

Isso de usar sacola plástica de uso único em boca de caixa é uma estupidez sem tamanho, é odiar o planeta em que se vive. Vamos parar de fingir e realmente agir para dar uma chance à humanidade, façam o dia sem sacola uma vez por semana.

Ninguém quer ser enganado com este marketing falso, besta, que todos sabem que é só fingimento, o cliente não gosta de ser enganado, e estamos aqui para dizer para o cliente que ele está sendo enganado pelo Super Muffato ao fingir que está fazendo alguma coisa pelo planeta, quando é só um golpe de marketing.

Lançamento do Projeto Canto das Ervas neste domingo

Quando o arquiteto Jorge Macedo Vieira projetou Maringá, desenhou três áreas  ecológicas localizadas no perímetro urbano, duas delas propositadamente foram desenhadas em forma de pulmão, que são o Parque do Ingá e do Bosque II, para mostrar às gerações futuras a vegetação original existente na região e servir como pulmões da cidade. A terceira área é o Horto Florestal que você pode visualizar no Google Earth.

Além dessas três áreas, a cidade conta ainda com mais 14 bosques, totalizando 17  áreas verdes dentro da cidade, com mais de 100 alqueires de matas nativas que, somadas às mais de 130 mil árvores das ruas, praças e avenidas, proporcionam 26,65 m2 de área verde por habitante.

Hoje o entorno destas essas duas áreas servem de local de caminhada para os maringaenses, mas existe um espaço perdido entre a cerca e a pista de caminhada que é feita de concreto.

Foi dai nasceu o projeto Canto das Ervas, que pretende plantar ervas aromáticas nesse espaço perdido, pois Maringá conta com mais de 1.200 condomínios verticais, as pessoas que moram em apartamentos não tem mais espaço para sua horta e quem mora em casa acaba pavimentando todo o solo em que poderia cultivar uma horta, um pomar, um jardim, enfim, ninguém mais lembra do cheiro da hortelã, da salsinha, da camomila colhidos na hora.

Clique nas imagens para ver em tamanho maior o mapa do local do plantio neste domingo.

A Funverde lançará neste domingo, 5 de abril de 2009, às nove horas da manhã o Projeto Canto das Ervas.

Durante o lançamento, haverá o plantio de 300 mudas de ervas aromáticas no entorno do Bosque II, na Avenida Nóbrega esquina com Avenida JK.

A FUNVERDE completa 10 anos em 19 de maio de 2009 e como o objetivo é a preservação e recuperação ambiental e o bem estar da humanidade, a conscientização da população em relação à importância do consumo sustentável, nada melhor do que plantar ervas aromáticas para as pessoas compartilharem.

O projeto Canto das Ervas foi criado para chamar a atenção da população para a necessidade de se resgatar hábitos saudáveis. Antigamente, tínhamos o habito de ir até a horta para colher ervas para tempero ou para chá. Hoje, compramos as ervas nas feiras e supermercados, sem muitas vezes saber como elas são cultivadas ou para que servem. Com este projeto estamos trazendo de volta uma qualidade de vida que não temos mais, proporcionando o contato das pessoas com a terra.

A vida moderna está distanciando o homem da natureza. Já não olhamos mais para o céu para ver a beleza das estrelas, não olhamos mais para o chão para contemplar a beleza das flores, estamos vivendo uma vida insegura ou cercada de tanta segurança que não há espaço para a natureza. O ambiente passou a ser algo estranho para muitos indivíduos.

O Projeto Canto das Ervas vai proporcionar bem estar físico e mental às pessoas, resgatando o conhecimento que um dia foi de nossas avós. Era normal, para as gerações antigas, o preparo de chás e remédios homeopáticos. As pessoas sabiam a utilidade de cada erva aromática. Queremos trazer de volta a lembrança de nossa infância com os aromas e sabores.

O projeto Canto das Ervas será sempre desenvolvido em locais públicos, para que toda a comunidade seja beneficiada. Sem barreiras, pois a terra pertence a todos e todos devem usufruir dela.

O projeto tem apoio o apoio da Viapar e da Prefeitura Municipal de Maringá. As plantas serão regadas uma vez por semana e ficarão à disposição da população para serem recolhidas, naturalmente, depois de formadas.

Brevemente, o site terá uma página com mais mais detalhes sobre as plantas. É importante que a população saiba para que servem as plantas e como tirar o melhor proveito delas.

Outro objetivo do projeto é estimular as pessoas a criarem seus próprios Cantos de Ervas em suas casas.

Venha participar do lançamento de mais este projeto da FUNVERDE.

Você está convidado a participar deste plantio de ervas aromáticas junto conosco.

Maringá – PR – promotoria do Meio Ambiente quer desocupação das calçadas

Gazeta do Povo JM online RPC de 06 de março de 2009

Propagandas, mesas de bares, entulho e tapumes atrapalham pedestres, principalmente os cadeirantes


A Promotoria de Defesa do Meio Ambiente quer que a Prefeitura de Maringá determine a desocupação das calçadas ocupadas por propagandas, mesas de bares, entulhos e tapumes de construções espalhados pela cidade. De acordo com a promotoria, os responsáveis pelos estabelecimentos comercias, residências e construções estão usando os espaços de forma ilegal, impedido a circulação dos pedestres e, principalmente, dos portadores de deficiência física.

Segundo o promotor Ilecir Heckert, a calçada é um bem de uso comum e não pode ser explorada como propriedade privada. “Todo mundo tem o direito de ir e vir. Essas ocupações estão disseminadas por toda a cidade. Se um pedestre comum tem dificuldade para contornar uma construção cercada por tapumes sobre a calçada, imagine uma pessoa com deficiência física”, explica.

Heckert conta que o pedido para a desocupação já foi enviado à prefeitura, responsável pela fiscalização das calçadas. “O pedido formal foi enviado em dezembro do ano passado, mas até agora nada foi feito. Há uma lei municipal que permite ocupação de até um terço da calçada, mas muitos extrapolam este espaço. Além disso, a lei federal garante a acessibilidade. A calçada foi feita para a circulação de pessoas e não para acomodar propagandas, mesas ou entulhos”, diz.

Doutor Ilecir, na verdade, a lei municipal estipula o uso de 2/3 da calçada, porque nossos amados, adorados, competentes, honestos vereadores, sem interesse nenhum, sem nenhum estímulo financeiro, só pelo puro amor à cidade, fizeram o desfavor de alterar a lei de 1/3 para 2/3 e o que vemos agora é que quem está construindo avança ainda mais que isto, constroe escritórios para a venda de suas construções também avançando na calçada, enfim, Maringá está um caos e a população agora tem que andar de carro, estacionar dentro de shoppings, comprar dentro destes mesmos shoppings, para evitar andar nas calçadas.

Mas não é só isso, temos uma lei que permite que o comerciante exponha suas mercadorias na calçada – lei da vereadora Edith Dias – e o que vemos é de cama com colchão, bicicletas, geladeiras, TVs, máquinas de lavar roupa, louça, secadoras, araras com roupas, cestos com produtos, enfim, todos os produtos imagináveis ocupando as  calçadas, ainda temos caixas de som com barulho insuportável, locutores chamando os clientes para dentro das lojas, vendedores de produtos paraguaios, pessoas perseguindo os pedestres para emprestar dinheiro, a cada 5 passos gente distribuindo folders, mesas de bares ocupando quase toda a calçada sem deixar espaço para o pedestre.

Concluindo, nossa cidade é o paraguai (Paraguaios, estamos falando de Ciudad del Este).

Mas como a FUNVERDE não reclama sem ter projeto para resolver o objeto da reclamação, estamos há dois anos desenvolvendo o PROJETO CIDADE LIMPA.

A promotoria ainda aguarda um parecer da prefeitura. Caso não haja um posicionamento sobre o caso, o promotor alerta que tanto a administração municipal quanto os responsáveis pelas calçadas podem sofrer ação civil pública. “Teremos que tomar as medidas legais cabíveis. As calçadas não podem ser ocupadas de forma indiscriminada”, ressalta.

A analista de sistemas Ana Domingues, fundadora da ONG Funverde sofre para circular nas calçadas de Maringá. Entre os obstáculos estão os tapumes das construções, geladeiras das lojas de eletrodomésticos, mesas e cadeiras dos bares. “Está impossível se locomover na cidade”, diz.

Ana conta que o problema é antigo e desde 1999 a ONG vem lutando para reverter a situação, mas, de lá para cá, nada mudou. “O município aprova leis de ocupação das calçadas que vão contra a legislação federal. Calçada é do pedestre”, defende.

A prefeitura reconhece que existem abusos na cidade, mas garante que há fiscalização. Por meio da assessoria de imprensa, a prefeitura afirma que a lei municipal permite a ocupação de um terço das calçadas para uso do comércio e das construções, mas nem todos respeitam este limite. A prefeitura pede que os responsáveis pelos estabelecimentos respeitem os espaços destinados ao pedestre.

Deve ter alguma coisa errada, pois perguntamos na prefeitura e ficamos sabendo que o codigo de posturas diz que a ocupação tem que ser de 1/3 mas os vereadores mudaram a lei para 2/3.

Quanto à frase A prefeitura pede que os responsáveis pelos estabelecimentos respeitem os espaços destinados ao pedestre, eles devem estar brincando, porque a prefeitura não tem que pedir, tem que enviar os fiscais e multar pesadamente.

Segundo a assessoria, quem não obedece à lei é notificado e em caso de reincidência pode ser multado. O valor da multa depende do espaço ocupado. O menor valor é próximo de R$ 120.

Isso lá é multa? Multa tem que ter um valor tão alto que desincentive o infrator, com uma multa dessas não tem um bar ou comerciante que vá cumprir a lei. É só ver o bar ao lado do Banco do Brasil na Avenida Duque de Caxias, cada vez que passamos lá a calçada está tomada pelas mesas e cadeiras e todas as vezes ligamos para a fiscalização da prefeitura e jamais eles retiraram as mesas e cadeiras, então …

Fomos contatados por um jornalista do jornal Gazeta do Povo de Curitiba que disse que após ler no nosso blog sobre a ocupação irregular das calçadas em Maringá resolveu nos entrevistar sobre um dos nossos projetos, o PROJETO CIDADE LIMPA, uma série de normas a serem seguidas pelas cidades para podermos viver em um local menos caótico, visto que quase 90% da população do país é urbana.

Estamos levando o PROJETO CIDADE LIMPA para vários estados através de palestras para quais somos convidados por gestores interessados em ordenar a vida em sociedade e uma dessas mudanças é a ocupação desordenada das calçadas, dentre tantos outros problemas.

Estamos resgatando, neste projeto, o bem estar de viver em uma comunidade, porque as cidades estão crescendo tão rapidamente e com tão diferentes tipos de pessoas que estamos perdendo o básico da convivência, a aplicação da lei de gerson (levar vantagem em tudo) está tomando conta também das cidades, o comerciante pode tudo, o cidadão, o pedestre, nada pode.

Olhe abaixo e diga se não dá desânimo ao estar caminhando tranquilamente e ver esta barreira na sua frente, ainda mais que esta construção está avançando mais do que deveria, porque a lei já está errada, dando 2/3 da calçada para a construção, quando o correto seria a construção ou reforma ocupar apenas 1/3 da calçada.

Lembre-se, uma construção como esta da foto, não deve ser uma coisa rápida, teremos este visual por no mínimo dois anos.

Daí você chega perto e vê que a calçada está moída, acabada, intransitável. Porque esta construtora ao menos não se digna a deixar a minúscula faixa consertada? Porque não existe fiscalização, o pedestre que se exploda.

Leia mais em nossos posts sobre a ocupação de calçadas com a categoria ou tag PROJETO CIDADE LIMPA.

Revista Sesinho e o plástico, o devastador do futuro

Adoramos esta revista para crianças, que ensina para elas desde cedo o perigo da plastificação do planeta e também dá a solução, que é parar de usar sacolas de plástico eterno de uso único e voltar a usar a boa e velha sacola retornável da vovó.

Tem certos tipos de plástico são muito úteis e não devem desaparecer, como o saco plástico em que se embrulha uma carne no açougue e outros tipos como o flv – sacos em que você coloca frutas legumes e verduras – que são úteis, plásticos que acondicionam produtos, como xampu, creme dental, margarina, sorvete e tantos outros mais, mas para estes plásticos a solução é o plástico oxi-biodegradável, que é um plástico de ciclo de vida curto, que aproxima o ciclo de vida da embalagem do ciclo de vida do produto.

Parabéns ao SESI pela inspirada aula de educação ambiental.

Para ler o gibi em tamanho maior, clique nas imagens.