Sergipe – uso de sacolas plásticas será probido

Mom of Four

Fax Aju de 22 de outubro de 2009

O deputado estadual Garibalde Mendonça (PMDB) utilizou a tribuna na manhã desta quinta-feira (22), na Assembleia Legislativa, para falar que deu entrada em Projeto de Lei, de sua autoria, que dispõe sobre a utilização obrigatória de embalagens biodegradáveis nos estabelecimentos comerciais de Sergipe. Os sacos plásticos de supermercado levam até 300 anos para se decompor. “É uma preocupação com o meio ambiente e com a população e o Estado de Sergipe sai na frente com um projeto como esse que vai beneficiar toda a população”, analisou o deputado.

Um dos artigos do PL determina que os estabelecimentos comerciais ficam obrigados a utilizar o acondicionamento de produtos e mercadorias em geral embalagens plásticas oxi-biodegradáveis (OBPs), quando estas embalagens possuírem características de transitoriedade. Entende-se por embalagem plástica oxi-degradável aquela que apresente degradação inicial por oxidação acelerada por luz e calor, e posterior capacidade de ser biogradradada por microorganismos e que os resíduos finais não sejam eco-tóxicos.

“Os estabelecimentos comerciais terão um ano para se adequarem à lei, a partir da data em que ela for sancionada, para substituírem suas embalagens. O Brasil produz anualmente 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima dos saquinhos plásticos. O plástico representa cerca de 10% do lixo do País. Na semana passada foi publicada uma matéria no jornal Cinform, sobre o feirante ecológico Antônio Mendes, que combate o uso do plástico, e que dá 10% de desconto em seus produtos para os clientes que não optarem pelas sacolas em suas barracas e disponibiliza uma pia para que seus consumidores lavem as mãos”, justificou Garibalde Mendonça.

O plástico na verdade representa 20% de todo o lixo do país. As sacolas plásticas sim, representam 10% de todo o lixo gerado diariamente no país.

Parabéns deputado Garibalde pela sua visão, ao perceber que o plástico eterno está destruindo nosso planeta mas, por favor, esteja preparado para uma visita do xico tóxico que tentará envenená-lo com mentiras para derrubar seu projeto de lei, porque ele um agente da brastimorte pago para impedir que leis que salvem o planeta do plástico sejam aprovadas.

Saiba que o xico não tem um só laudo comprovando as mentiras que conta e, ao contrário, nós temos todos os dados sobre a destruição causada pelo plástico eterno e saiba que existem dezenas de laudos internacionais e nacionais comprobando a eficácia do plástico oxi-biodegradável e claro.

Não se esqueça também que existe o plástico hidrodegradável também conhecido como plástico biodegradável, as sacolas de papel e pano, todas alternativas ecologicamente corretas ao plástico convencional eterno. Só não caia no engodo do plástico pseudo verde feito de cana, porque este dura tanto quanto o plástico convencional de petróleo.

Se precisar de ajuda contra o xico tóxico, conte conosco para desplastificar o planeta. E já conhecemos todas as artimanhas e mentiras da máfia do plástico desde 2005.

Teresina, PI – sancionada a lei que proíbe sacolas plásticas

Cesar Redondo

TV Canal 13 de 23 de outubro de 2009

O prefeito de Teresina Sílvio Mendes sancionou a Lei Nº 3.874 de 09 de junho de 2009, que proíbe a utilização de sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais. A lei entrará em vigor a partir do dia 2 de janeiro de 2010. Todos os estabelecimentos comerciais e fornecedores de embalagens deverão se adequar à necessidade de produção de sacolas biodegradáveis.

De acordo com a lei, os estabelecimentos comerciais, farmácias, lanchonetes, panificadoras, açougues, laboratórios de análise clínicas, hospitais, comércios e prestadores de serviços em geral ficam obrigados a utilizar para acondicionamento de produtos e mercadorias em geral sacolas biodegradáveis ou oxi-biodegradáveis, ou, ainda, de papel ou tecidos retornáveis.

“A utilização de embalagens biodegradáveis, com destaque para adoção da celulose como matéria-prima, é recomendada pelos organismos internacionais de proteção e defesa do meio ambiente. Países como Alemanha, Canadá, Estados Unidos e França já adotam esses mecanismos há várias décadas. Teresina parte na frente entre as cidades brasileiras preocupadas com a preservação do meio ambiente”, explica Clóvis Freitas Júnior, secretário municipal de Meio Ambiente.

Os estabelecimentos comerciais com mais de 150 funcionários estarão obrigados a implantar de imediato a exigência da lei, bem como farmácias, lanchonetes, panificadoras e afins que possuírem mais de 25 empregados. Os demais estabelecimentos de Teresina só estarão obrigados a utilizar as sacolas após seis meses da vigência da lei.

As sacolas oxi-biodegradáveis possuem as mesmas características, com a vantagem de se decomporem entre seis e 18 meses.

Maravilhosa notícia, agradabilíssima, num terrível momento para nós, protetores do planeta, em que a braskem e plastivida atacam de bons moços com suas propagandas vagabundas idolatrando o plástico – jogaram 7 milhões na mão do Washington Olivetto, para a W mostrar o plástico como o salvador da civilização -, fazendo lavagem cerebral na população deste país, para que se esqueçam que mais de 20 bilhões de sacolas plásticas de uso único são jogadas no nosso solo todos os anos e lá permanecerão, por 5 séculos ou mais, como passivo ambiental que nossos mais longínquos descendentes terão que mitigar.

Isso porque a brastimorte – palavra nova, adivinhem junção de que e quem adivinhar envie uma mensagem – não quer se responsabilizar pelo lixo que cria, apenas quer usufruir pelo lucro que o plástico gera. Estamos falando em centenas de bilhões de Reais por ano.

Veja bem que atacamos somente o plástico de uso único, aquele que é usado por minutos e depois é descartado, não estamos falando de bancos de plástico, escadas, peças de automóveis … este plástico quando perde sua utilidade não acaba voando pelas cidades, não acaba em fundos de vale e mares.

Atacamos mais firmemente ainda as sacolas plásticas de uso único de plástico convencional, que tem que ser banidas da sociedade moderna, como uma invenção totalmente inútil, que está nos sufocando em um mar de plástico, isso em menos de 30 anos de uso. Imagine se não agirmos agora para banir esta invenção infernal, como estarão nossos descendentes após 300 anos de uso dessas sacolas infernais, certamente não haverá mais solo para se pisar neste planeta, apenas o plástico sob nossos pé. Imagine também como estará o oceano, que hoje já tem muitos lugares mortos por causa de partículas de plástico.

Temos que agir agora contra este vilão que é o plástico indestrutível, o plástico convencional, antes que seja tarde. Saiba que estas propagandas da brastimorte pretendem ser como uma venda para seus olhos, uma verdadeira lavagem cerebral. Oponha-se a isto, não seja enganado.

Apóie estas novas leis que estão sancionadas em todo o território nacional e, quando a plastimorte armar as suas audiências públicas fajutas para derrubar estas leis do bem, esteja lá, convide seus amigos, vizinhos e parentes para enxotarem estes bandidos de sua cidade.

Não deixe somente para nós ambientalistas, resolverem os problemas do planeta, porque você vive neste mesmo planetinha azul e a responsabilidade pelo futuro da humanidade é tanto nossa quanto sua.

Aquidauana, MS – Comércio de terá que trocar sacolas plásticas

Anastácio notícias de 08 de outubro de 2009

Um novo dispositivo para favorecer o meio ambiente acaba de ser aprovado pelos vereadores aquidauanenses, que vai atingir os estabelecimentos comerciais de Aquidauana, medida essa, já em prática em outras cidades do país.

Assim que entrar em vigor, a nova Lei obrigará o uso de embalagens plásticas oxi-biodegradáveis, ou seja, será o fim daquelas famosas sacolinhas brancas dos supermercados.

O estabelecimento comercial que deixar de cumprir a lei, sofrerá advertência, multa de dois mil reais, majoração da multa e até a suspensão do alvará de funcionamento até se adaptar ao dispositivo da lei.

Campanhas poderão acontecer pela prefeitura municipal em parcerias com Ong’s ou associações, para promover campanhas de conscientização acerca dos danos causados pelas sacolas e sacos plásticos e os ganhos ambientais na utilização de plásticos oxi-biodegradável ou biodegradável.

Após sua aprovação unânime no Legislativo, o projeto de lei de autoria do Vereador Wezer Lucarelli, segue para o Executivo Municipal as aplicação dos dispositivos legais.

Parabéns ao vereador Wezer Lucarelli e à cidade de Aquidauana pelo início da desplastificação de Aquidauana.

Gravataí, RS – lei de sacola ecológica

Do site Ricardo do PV de 8 de outubro de 2009

O Vereador Ricardo Canabarro protocolou um projeto de lei que sobre a obrigatoriedade dos estabelecimentos comerciais utilizarem para o acondicionamento de produtos o uso de embalagens plásticas oxi–biodegradáveis.

As sacolas oxi–biodegradáveis são aquelas que apresentem degradação inicial por oxidação acelerada por luz e calor e posterior capacidade de ser biodegradada por microorganismos, onde o resultado seja CO2, água e biomassa.

“A ideia é reduzir o impacto ambiental pela utilização de sacolas plásticas convencionais na rede de esgoto, bueiros, arroios e no Rio Gravataí.

Além disso, a sacola oxi–biodegradável facilitará em muito o processo de decomposição dos resíduos em nosso aterro sanitário, aumentando sua vida útil”, comentou Ricardo Canabarro.

Os prazos para adequação dos estabelecimentos comerciais no projeto será de dezoito a trinta e seis meses, dependendo do tamanho dos estabelecimentos comerciais.

“Atualmente, existem mais de 90 empresas que produzem as sacolas oxi-biodegradáveis no Brasil e o preço é de 10% a 15% superior as sacolas convencionais, porém estaremos trocando uma matéria-prima que leva até 100 anos para se decompor por uma nova tecnologia que tem uma vida útil de 18 meses. Não tem preço. A natureza e as gerações futuras agradecem”, afirmou Ricardo.

Parabéns vereador Ricardo Canabarro, por sua preocupação com os habitantes deste planeta, é de mais políticos como o senhor que o planeta precisa.

Só algumas correções, existem mais de 230 fábricas de plástico oxi-biodegradável no país, o preço deste plástico ambientalmente correto é no máximo 5% maior do que o plástico convencional e, dependendo da quantidade utilizada – supermercados, por exemplo – o preço é exatamente o mesmo do plástico convencional eterno e por fim, o plástico convencional eterno demora até 5 séculos para se decompor.

Rio Grande do Sul resolve o problema das sacolas de uso único … criando lei para uso de sacolas 30% mais grossas

gilberto.simon2006

Parece piada de russo. Quando lemos, não conseguimos acreditar na cagada que o dePUTAdo Giovani Cherini conseguiu fazer.

Enquanto estamos aqui, desde 2004, lutando dia e noite, sábados, domingos e feriados para banir as malditas sacolas pásticas de uso único do planeta, vem esta ameba com diarréia apresentar este projeto de lei.

Nossa única esperança agora é que a governadora vete esta lei imbecil, que certamente, logicamente, obviamente teve o dedinho do xico tóxico da plastimorte para ser elaborada.

Agora leia e sinta a alegria no texto da plastimorte. Podemos ver até o xico tóxico rindo como uma hiena da vitoria conquistada para seus mestres da escuridão.

***

Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul aprova Projeto de Lei em favor das sacolas plásticas

Informe plastimorte de 01 de outubro de 2009

A Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou em 29 de setembro, às 18 horas, por 42 votos a favor e 3 contra, em Porto Alegre, o Projeto de Lei (PL) 219/08 de autoria do Deputado Giovani Cherini, que “proíbe a disponibilização de sacolas plásticas por supermercados e outras casas de comércio fora dos padrões estabelecidos pela Norma 14.937 da ABNT”.

A decisão é altamente disciplinadora, porque obrigará o varejo e a cadeia produtiva a colocar no mercado somente sacolas plásticas fabricadas dentro da Norma Técnica. Por serem mais resistentes, essas embalagens deverão levar a uma redução de seu consumo em torno de 30%.

Para se transformar em Lei, o PL deverá ser sancionado pela Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, no prazo máximo de 15 dias.

Primeiro vamos à oração diária do xico tóxico ao seu amado lider, aquele para quem ele se vendeu por 15 talentos. Imagine a cena. Ajoelhado, com a bunda virada para o sol nascente: salve ó poderosa brasquem?, soberana da república tupiniquim, aquela tem domínio sobre todos os seus habitantes, aquela que é intocável, que vomita seu plástico todos os segundos do dia e deixa para os seus escravos limparem sua sujeira, inclusive os escravos que nascerão nos próximos cinco séculos. Salve ó brasquem?, aquela que não deixa a política nacional dos resíduos sólidos ser aprovada, porque daí ela teria que limpar seu vômito, o plástico, aquela que polui rios, mares, mata animais, provoca enchentes e mesmo assim jamais é punida.

Xico, vamos desmascarar mais uma mentira que você adora contar. Você adora dizer que essas embalagens deverão – deverão é suposição, um achômetro, chutômetro - sofrer uma redução do consumo em 30%. Para variar você está escondendo parte do texto. O que você “esqueceu” de dizer é que estas sacolas serão 30% mais espessas, grossas, isto é, vamos falar claramente:  menos 30% de consumo e mais 30% de plástico em cada sacola. Se você frequentou o ciclo básico de ensino você sabe muito bem que o resultado imútável desta conta é igual a ZERO.

Isto é, a máfia dos plásticos encontrou uma maneira de parecer boazinha, de estar ajudando o planeta e e ainda por cima aumentando seu multibilionário lucro.

Primeiro, vamos ao texto da assembléia legislativa do Rio Grande do Sul e antes disso uma pergunta, você estava sabendo de alguma coisa que tenha sido divulgada previamente nos jornais e televiõses? Nós também não, foi tudo bem quietinho para ninguém questionar. Esquisiiito … 

Jus Brasil de 30 de setembro de 2009

No intuito de buscar uma solução para reduzir o impacto ambiental produzido pelo uso incontido e indiscriminado de sacolas plásticas nos supermercados gaúchos, o deputado Giovani Cherini (PDT) apresentou e os deputados gaúchos aprovaram na tarde de hoje (29) o projeto de lei 219/2008, que proíbe a disponibilização de sacolas plásticas fora dos padrões da norma nº 14.937 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Pelo projeto de Cherini, as sacolas deverão indicar, em quilogramas, a respectiva capacidade de carga, e os supermercados que ainda não utilizam o material terão um prazo de 180 dias para a adaptação. O projeto de lei aguarda agora a sanção da governadora Yeda Crusius, que terá um prazo de quinze dias úteis para manifestar-se.

A normativa da ABNT que trata das sacolas plásticas diz que “se exigirá, até mesmo pelos motivos que se vislumbra no material juntado à presente, que seja de 0,027 milímetros a espessura mínima das sacolas plásticas…”. Segundo Cherini, “as sacolas plásticas hoje utilizadas são extremamente frágeis, sendo necessária a sobreposição de duas ou três sacolas. Além disso são reaproveitadas em larga escala para armazenar lixo, as quais infestam e degradam o meio ambiente por centenas de anos”, alerta. “Nossa proposta é que as sacolas sejam mais resistentes, e que com isso consigamos diminuir a utilização em grande número”, encerra.

Agora, vamos ao texto idiota da lei imbecil.

Projeto de Lei nº 219 /2008

Proíbe a disponibilização de sacolas plásticas por supermercados e outras casas de comércio fora dos padrões
estabelecidos pela norma n° 14.937 da ABNT.

Art. 1° Fica proibida, no Estado do Rio Grande do Sul, a disponibilização de sacolas plásticas em supermercados e outras casas de comércio do mesmo gênero, com mais de 4 caixas registradoras, fora das
especificações estabelecidas pela norma n° 14.937 da ABNT.

Parágrafo único. Além das especificações contidas na norma referida no “caput”, as sacolas plásticas
deverão possuir a espessura mínima de 0,027 milímetros e indicar, em quilogramas, a respectiva capacidade
de carga.

Art. 2° Os estabelecimentos terão um prazo de 180 dias, contados da publicação desta Lei, para se
adequar aos seus dispositivos.

Parágrafo único. A inobservância da norma acarretará ao infrator, conforme estabelecido em
regulamento, sanção administrativa.

Art. 3º Esta Lei poderá ser regulamentada para garantir a sua fiel execução.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Deputado(a) Giovani Cherini

AVISO! Se você é verador, prefeito, deputado estadual ou federal, senador, governador ou ainda presidente ou primeiro ministro de algum país e ama o único planeta que temos para viver, se você se ama e ama aos seus filhos e netos ou ainda aqueles que irão nascer, nunca, jamais, em momento algum copie esta lei cujo único propósito é destruir o planeta e a humanidade.

Apenas postamos esta lei para você ver o absurdo que ela é.

Temos sim, que fazer leis para restringir o uso das sacolas plásticas de uso único, temos sim que fazer leis para abolir o uso das sacolas plásticas de uso único e JAMAIS fazer lei para incentivar o uso delas.

Político, tenha responsabilidade, honre quem o elegeu e entenda que de você devem partir as leis que regem a sociedade e a sociedade só sobreviverá se eliminarmos o que não é sustentável, o que não é reciclável, o que não é ambientalmente correto.

Não se esqueça, não existe reciclagem de sacola plástica, pois é necessário coletar 800 delas para vender por 10 centavos. Então essa lei só beneficiará a brasquem?, porque ela irá vender mais resina para fazer a sacola mais espessa que irá continuar sem ser reciclada, cobrindo o planeta de lixo.

Se a governadora sancionar esta lei do mal, será um escândalo, um crime contra a humanidade.

As fotos no início do texto são das margens do Rio Guaiba, o rio mais famoso do Rio Grande do Sul, hoje já emporcalhado com sacolas de uso único, imagine com as sacolas mais grossas. Será que o dePUTAdo giovani já fez um piquenique ou mesmo uma caminhada às margens do guaiba?? Cremos que não, pois senão, não apresentaria este pojeto de lei criminoso.

Confiança lança campanha para reduzir uso das sacolas de plástico

kiwi and pear

JCNET de 06 de outubro de 2009

A rede Confiança de Supermercados lança hoje uma campanha para estimular o uso de sacolas retornáveis e reduzir o consumo de sacolas plásticas. A iniciativa conta com orientação dos funcionários da empresa.

De acordo com a coordenadora de projetos sociais da rede supermercadista, Rosana Fernandes, os funcionários da empresa passaram por um processo de capacitação, para que possam orientar os clientes das lojas. “Buscamos conscientizar sobre a necessidade de preservação do meio ambiente e o impacto causado pelo acúmulo de plástico na natureza”, explica.

A campanha começa hoje com vários cartazes pelas lojas da rede, inclusive na unidade de Marília, além de funcionários com camisetas alertando sobre a iniciativa. O tema da campanha, “A natureza confia em você”, também será explicado em informes que serão distribuídos aos clientes. “Nosso objetivo é estimular as pessoas para que tragam sacolas retornáveis de suas casas. Pode ser até de supermercados concorrentes. O importante é que não usem muitas sacolinhas”.

De acordo com Rosana, muitos clientes já aderiram à idéia, mas ela ressalta que é preciso expandir esse volume. “Sabemos que o processo será lento, mas temos que começar esse movimento”, explica. A campanha vai até o dia 22. Depois disso, continuam apenas as atividades com os funcionários.

E para quem não aderiu às sacolas retornáveis, o Confiança substituiu há dois meses as sacolinhas que costumam utilizar para acondicionar as compras de seus clientes. De acordo com Rosana, ao contrário das sacolinhas, que demoram até 500 anos para se decompor, a rede passou a usar modelos feitos a partir de material oxibiodegradável. Segundo a coordenadora, as novas sacolas demoram até 10 anos para se decompor. “Ainda não é o ideal, mas muita gente ainda faz questão do uso de sacolinhas. Então, que seja uma que cause impacto ambiental menor”, pondera.

Parabéns pela iniciativa, mas já avisamos que não irá funcionar. O cliente está tão acostumado a “ganhar” as sacolinhas que sem a cobrança pelas sacolas, sem banir as sacolas do local, nehuma campanha educativa irá funcionar, tem que ser pela dor – no bolso – , neste caso o amor – campanha de incentivo – não resolverá.

Mato Grosso do Sul – uso de sacolas em supermercados pode ser proibido

Campo Grande News de 29 de setembro de 2009

A distribuição indiscriminada de sacolas plásticas em supermercados, farmácias e feiras, entre outros estabelecimentos, pode ser proibida em Mato Grosso do Sul.

Proposta apresentada pelo deputado estadual Paulo Duarte (PT) nesta terça-feira veta o fornecimento das “sacolinhas” dentro de um prazo de dois a três anos, a contar da aprovação da Lei.

Pelo projeto, os comerciantes devem fornecer embalagens de material biodegradável ou pelo menos reutilizável, de preferência de papel a seus clientes.

Se forem de material descartável, as embalagens deverão cumprir alguns requisitos, como degradar-se dentro de um período específico e apresentar como resultado da biodegradação apenas gás carbônico, água e biomassa.

Para as microempresas e empresas de pequeno porte, o prazo para cumprimento da lei é de três anos. Já para as empresas de grande porte, a lei deverá começar a ser cumprida dois anos após sua aprovação.

Um dos benefícios, segundo Paulo Duarte, é o incentivo fiscal que estas empresas podem receber caso aplicarem recursos em programas ambientais diretamente relacionados à mudança de comportamento da sociedade em relação às embalagens biodegradáveis ou reutilizáveis.

O deputado disse que discutiu o assunto com alguns supermercadistas. Ele destaca que sua proposta não tem a intenção de ser punitiva e nem proibitiva, mas sua idéia foi voltar o foco da sociedade à preservação.

Por que será que estes políticos tem medo de proibir, punir? Esse é o trabalho deles, ao criar leis que protejam a coletividade. Parem de ter medo e se orgulhem de fazer leis que, mesmo sendo desagradáveis, mudam o mundo para melhor. Vocês podem até perder o voto dos poluidores, mas certamente ganharão muitos mais votos de eleitores conscientes.

“Mesmo sabendo que só um projeto não resolve o problema, é um primeiro passo para chegar lá”, declarou.

Ele lembra que, além de poluir a natureza, as sacolas entopem canais de água, bueiros e ainda são depósitos para larvas do mosquito da dengue.

“Antes de mais nada trata-se de uma mudança cultural. Em muitos países da Europa já há essa proibição”, observou.

Estima-se que no Brasil são produzidas 210 mil toneladas anuais de plástico a partir do Polietileno, Polipropileno ou materiais similares.

Mudança de hábito

A maioria dos usuários de sacolas tem a preocupação com a destinação do lixo. Isso porque os saquinhos plásticos são quase sempre reutilizados para acomodar restos de comida e embalagens vazias.

A dona de casa Deise Teixeira, de 71 anos, não vê outro modo de carregar suas compras e acomodar seu lixo.

“Vai carregar as coisas como?”, questiona, opinando que a distribuição de sacolas plásticas deveria continuar.

Como assim, essa mulher não sabe como levar as compras para casa aos 71 anos? Com essa idade ela certamente usava sacolas retornáveis antes de se acostumar ao plástico. Que volte aos velhos hábitos. Já não se fazem mais avós como antigamente, que costuravam, faziam crochê, tricô, que faziam suas próprias sacolas retornáveis.

Já o aposentado Aparecido Alves de Oliveira, de 60 anos, concorda com o fim do uso das sacolas, desde que elas sejam substituídas por outro tipo de embalagem, distribuída gratuitamente pelos estabelecimentos.

“A gente tem que transportar em algum lugar, tudo bem mudar, desde que tenha um substituto”, afirmou.

O estabelecimento vende a mercadoria, como o cliente leva para casa é problema dele. Daqui a pouco as pessoas irão exigir transporte gratuito também para irem às compras. É muita cara de pau, muita folga do brasileiro. Compre sacolas retornáveis, faça sacolas retornáveis, leve na mão, mas pare de defender as malditas sacolas de uso único eternas.

A fisioterapeuta Soraia Rodrigues diz se preocupar com a poluição do meio ambiente e afirma que sempre abre mão das sacolas quando há outro meio de transporte das mercadorias.

“Tento colaborar de alguma forma”, diz. Mesmo assim, admite utilizar as sacolas para depositar o lixo de sua residência.

O deputado Paulo Duarte afirma que a alternativa mais viável para o fim do uso das sacolas como depósito de lixo é a coleta reciclável.

“Este nosso projeto é o primeiro passo para chegar nessa fase”, complementou.

Com a separação de material reciclável, o uso do saco de lixo cai em 75%, isso é um fato inegável, só não vê quem não quer.

Isopor

Outra preocupação de ambientalistas em Mato Grosso do Sul é com a destinação do isopor.

Este tipo de embalagem está sendo cada vez mais utilizada no Estado, principalmente por padarias e restaurantes.

Na natureza, o isopor leva cerca de 150 anos para ser degradado, conforme estimativas.

Apesar de ser considerado um produto ecológico, já que não contamina o solo, a água e o ar, e de ser 100% reciclável, não há uma destinação adequada.

Na prática, esse tipo de material não vem sendo reciclado e invariavelmente vai parar no lixão das cidades.

Já existe o isopor oxi-biodegradável, que em aproximadamente um ano e meio terá sido consumido por microorganismos.

E daí xiquito, já arrumou as malas para ir bancar o mala no pantanal? Vá por mim, que tal mergulhar em um rio de piranhas e jacarés enquanto estiver lá? Pelo menos você vai sedimir de todos os seus pecados contra o planeta e ter alguma utilidade na vida, alimentar a fauna local, hahaha.

Bauru, SP – lei de oxi-biodegradável

Rajko.be

Do blog do vereador Moisés Rossi

Nesta semana protocolei na Câmara Municipal um projeto de lei que objetiva a extinção das sacolas plásticas no Município de Bauru/SP, tendo em vista os inúmeros males que estas causam ao meio ambiente.

De acordo com o artigo 23, inciso VI da Constituição Federal de 1988, é dever do Poder Público combater a poluição, em qualquer de suas formas, na busca de um meio ambiente equilibrado, e a ordem econômica, por sua vez, que permite a livre iniciativa, tem o dever, dentre outros, de observar o princípio da defesa do meio ambiente, de acordo com o artigo 170, inciso VI da CF/88.

Portanto, face à luz da nossa Constituição, entendemos que: a iniciativa privada tem compromisso inarredável com a defesa do nosso meio ambiente, sendo este compromisso condição ao seu livre exercício, bem como a observância dos ditames de defesa ao meio ambiente; e que é competência comum o poder de legislar sobre a matéria.

Sabendo-se que o saco plástico é impermeável e pode levar até 1000 anos para se decompor, que apenas 1 saco plástico gera 0,5kg de poluição aérea e que apenas 1% deles são reciclados, podemos concluir que é o resíduo que mais polui as cidades e campos, prejudicando a vida animal, entupindo a drenagem urbana e rios e contribuindo para inúmeras inundações. O saco plástico aumenta em até 20% o volume do lixo, embora sua massa corresponda a apenas 4% dos resíduos, segundo estimativas da Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo.

O presente projeto objetiva a substituição, pelos estabelecimentos comerciais na cidade de Bauru/SP, das sacolas plásticas convencionais pelas sacolas retornáveis, preferencialmente, ou pelas sacolas plásticas ecológicas oxi-biodegradáveis, ou similiar, desde que não sejam prejudiciais ao meio ambiente, salientando que esse tipo de plástico (oxi-biodegradável) sofre 2 tipos de degradação: a degradação química e a biológica.

Para melhor entendimento, vale esclarecer: a oxi-biodegradação de um plástico é um processo que, resumidamente, constitui: o plástico é convertido – pela reação com o oxigênio – (combustão), em fragmentos moleculares que são passíveis de serem umedecidos por água, e, essas moléculas oxidadas, são biodegradadas (convertidas em dióxido de carbono, água e biomassa por microorganismos), que se decomporão em aproximadamente 8 ou até 20 semanas.

O elemento-base para este processo é o oxi-biodegradável, que é um aditivo químico acrescentado no plástico na proporção de 1,5% a 3,0%, e faz com que a sacola plástica se degrade em apenas 18 meses em média se exposta a fatores como sol, calor, umidade e manuseio.

Este aditivo químico inicialmente quebra as cadeias de carbono do plástico (polímero) transformando-o em unidades menores o que permite, a seguir, a decomposição rápida por parte de microorganismos (bactérias e fungos) liberando assim apenas água, carbono e biomassa na natureza, e isso tudo num prazo curtíssimo de alguns meses.

Portanto, tendo em vista os fatos acima elencados, e a exemplo de mais de 40 países ao redor do mundo que assumiram, de fato, sua responsabilidade ambiental e que já utilizam esse material, faz-se necessário ressaltar a importância do presente projeto para a preservação do meio ambiente, para a população da nossa cidade e para o bem de Bauru.

Parabéns vereador Moisés Rossi, se necessitar de nossa ajuda para combater a máfia do plástico – certamente eles enviarão seus asseclas da plastivida para contar mentiras e impedir a lei de ser sancionada – estamos aqui, para ajudá-lo a desplastificar sua cidade, conte sempre conosco.

Espanha – Os carrinhos de compras voltam com o fim de sacos

Davisom Trevizan

Diário de Notícias de 20 de setembro de 2009

A Espanha começou no mês passado a sua luta contra os sacos de plástico. Carrefour e Euroski vão ser as primeiras cadeias a eliminar estas embalagens dos seus supermercados. Em Portugal, esta prática já é comum. Os supermercados oferecem agora várias alternativas aos sacos convencionais, como os oxi-biodegradáveis.

O título da matéria poderia ser CARREFOUR FINALMENTE ELIMINA SACOLAS DE SUAS LOJAS. Na Espanha, hahaha … se não fosse trágico, seria engraçado.

Nos supermercados Pingo Doce, tem de pagar dois cêntimos por cada saco de plástico que queira levar consigo para casa; no Jumbo existem ecocaixas que não disponibilizam sacos de plástico, mas vendem outros reutilizáveis ou que se degradam mais rapidamente; no Modelo e Continente a alternativa são os mesmos sacos ecológicos e oxi-biodegradáveis. Em Portugal, a revolução contra os sacos de plástico já começou há bastante tempo, mas só agora chegou a Espanha.

Foi no fiml do mês passado que a cadeia Carrefour acabou com a entrega dos sacos nos seus supermercados em Espanha, onde cada habitante consome 238 sacos por ano, que demoram 400 anos a decompor-se. O objectivo é eliminar os sacos de todas as suas caixas. A partir de agora, os clientes que queiram trazer os produtos têm de levar os seus próprios sacos ou carrinhos de compras.

Em Portugal, as cadeias de supermercados cedo se começaram a preocupar com o meio ambiente. “Importa salientar que um saco de plástico pode levar até 500 anos a decompor-se; que são utilizados 60 milhões de toneladas de sacos de plástico por ano em todo o mundo; que os sacos são produzidos a partir de derivados de petróleo, recurso cada vez mais escasso; e que, actualmente, 80 a 90% dos sacos não são reciclados”, avisa a Jerónimo Martins, empresa responsável pelo Pingo Doce e Feira Nova.

Por isso esta cadeia decidiu fazer algo pelo ambiente e agora sempre que quiser trazer um saco do Pingo Doce, tem de pagar por ele. O objectivo foi contribuir para a redução significativa da utilização de sacos de plástico e dos respectivos danos ambientais, “sensibilizando e alertando os consumidores para o papel fundamental que cada um pode ter na preservação dos recursos naturais e na protecção do meio ambiente”. Esta medida permitiu a diminuição do consumo de sacos plásticos no Pingo Doce em 60%.

Na Auchan, que tem a seu cargo os hipermercados Jumbo, não foram eliminados os sacos. Optou-se por outra ideia: fazer caixas para quem quer sacos reutilizáveis, apostando na oferta variada. Desta forma nasceram as ecocaixas. “Destinam-se a sensibilizar os clientes para a problemática dos sacos e são uma forma de incentivar os clientes à utilização de sacos reutilizáveis. Os clientes mais ecológicos que aderem à reutilização de sacos têm assim à sua disposição uma caixa exclusiva”, diz a Auchan ao DN.

O resultado foi uma redução de 12% na entrega de sacos em 2007 e 2008. Nestas caixas estão ainda disponíveis os sacos oxi-biodegradáveis. “Estes sacos são recicláveis no seu período de vida útil e diferem dos outros porque têm um aditivo que ‘programa’ a destruição do plástico em cerca de 24 meses. A grande vantagem é que não demora mais de quatro anos a degradar–se no meio natural”, explica a Sonae.

Esta empresa, que gere os hipermercados Modelo e Continente, dispõe ainda, a um custo de 10 cêntimos, de sacos verdes da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED): “O saco é trocado gratuitamente por um novo, quando deteriorado.”

É incrível, enquanto cada vez mais países com governos responsáveis se mobilizam para banir as sacolas de uso único, aqui na terra da cerveja, futebol, carnaval, novela e bunda, continua tudo um saco, ou melhor dizendo “saco é um saco” do MMA, aquele ministério que está fazendo de conta que é contra sacolas plásticas de uso único, fazendo campanha inócoa em conjunto com as petroquímicas e ainda se posicionam contra a única tecnologia que pode resolver o problema dos plásticos eternos enquanto não se bane de uma vez por todas as sacolas de uso único – qualquer sacola de uso único, de plastico, papel … -. Essa tecnologia é a do plástico oxi-biodegradável, que é a base do nosso projeto de sacolas ecológicas.

Claro, afinal, quem tem lucro com a petrobrás? Quem tem lucro com as petroquímicas? O governo, sempre o governo. Então tenha uma coisa como verdade absoluta, o governo jamais irá banir as sacolas de uso único no Brasil, porque primeiro eles pensam no dinheiro para manter o círculo de corrupção e jamais pensam na população, jamais pensam na sobrevivência da humanidade ou do planeta.

Maldito governo brasileiro corrupto, maldito MMA, maldito ministro do meio ambiente, que ao invés de banir as sacolas de uso único, fica defendendo a liberação da maconha em show de reggae no cerrado.

se quisermos mudar o país, temos que ser nós, pessoas engajadas, menos de 1% da população alienada deste país.

A FUNVERDE vem fazendo sua parte desde 2004, quando resolveu que iria banir a sacola plástica do país e que iria transformar todo o plástico eterno de uso único em plástico de ciclo de vida útil.

Nós estamos fazendo nossa parte, sugerindo leis, ajudando os vereadores, prefeitos, deputados que estão interessados em mudar o mundo. E você, o que está fazendo para mudar o futuro da humanidade? Está ao menos usando sacola retornável?

Diferença entre plástico convencional, oxi-biodegradável e hidro-biodegradável (popularmente conhecido como biodegradável)

 

Sivalinga

Os diversos tipos de plástico existentes hoje.

O plástico, hoje, está em quase tudo o que conhecemos, em quase todos os produtos que usamos diariamente, da cadeira ao automóvel, do computador ao calçado, ou ainda, protegendo, mantendo os produtos frescos e limpos, e levando informação impressa ao consumidor, ao embalar nossos alimentos.

Estamos tão acostumados com ele, que parece que sempre convivemos com os plásticos, mas faz pouco mais de 50 anos que ele apareceu em nossas vidas, para ficar. Hoje nossos rios, lagos, fundo de vales, nossos mares, estão tão poluídos com o plástico, que talvez esteja na hora de repensar o custo x benefício desta praticidade.

O plástico, como uma sacola plástica, não sai voando sozinha para poluir qualquer parte de nosso planeta. Sempre tem um humano atrás desta ação. Precisamos começar a conscientizar nossa população a descartar corretamente o plástico – e todos os outros resíduos gerados – e em seguida, multar quem der a destinação incorreta, tanto ao plástico como a qualquer outro resíduo. Sabemos que somente pela dor ou pelo amor as coisas mudam.

Quando o plástico foi criado, sua matéria prima era o etanol, mas por motivos econômicos, foi trocada pela nafta, um subproduto do petróleo ou pelo gás natural.

Depois que o petróleo é extraído, passa por um processo de refino que produz uma série de subprodutos, como a gasolina, diesel, gás e nafta.

A nafta é a principal matéria-prima da cadeia produtiva da petroquímica e do plástico no Brasil, seguida do gás natural. A nafta passa inicialmente por um processo chamado craqueamento, que resulta nos petroquímicos básicos, tais como eteno, propeno e aromáticos.

A proporção da nafta em relação ao petróleo bruto é de 3 a 5% do volume processado. O restante são outros subprodutos.

O plástico, desde que foi inventado, foi uma grande ferramenta para a evolução humana, em especial na área de saúde.

Com o crescente aumento do preço do barril de petróleo, a indústria do plástico vem procurando uma nova matéria prima, e recentemente, a Braskem inventou o pseudo plástico verde como é chamado por eles, o qual é produzido a partir de etanol da cana de açúcar. http://www.braskem.com.br/plasticoverde/principal.html

A diferença entre o plástico convencional feito a partir da nafta / gás natural e o plástico feito a partir do etanol da cana de açúcar é nenhuma.

O tempo para decomposição dos dois plásticos é idêntico. A única vantagem que existe sobre o plástico convencional é sua fonte renovável, enquanto o petróleo não é. Em contrapartida, temos que utilizar dois recursos naturais cada vez mais escassos – terra fértil e água limpa - para plantar a cana de açúcar, processar e finalmente, fazer o plástico para, em muitos casos, utilizar em sacolas plásticas por meia hora e deixar para nossos descendentes resolver o problema causado por este resíduo.

A terra fértil e a água potável deste planeta estão sendo exauridos pela grande quantidade de seres para alimentar e saciar a sede. Lembre-se de que existem hoje, mais de um bilhão de pessoas passando fome e sede no planeta. Outro problema deste tipo de plástico é que quando é descartado em local impróprio, como em cima de árvores, nos lagos, rios, mares, ele continuará por centenas de anos nestes locais, visto que seu ciclo de vida é tão longo quanto o plástico originado do petróleo.

Outro tipo de plástico que muitos falam mas nem sempre conhecem, é o plástico biodegradável ou como tecnicamente é chamado: hidro-biodegradavel. Ele deve ser compostado junto com resíduos orgânicos, por exemplo, restos de alimentos e vai ser digerido pelos microorganismos. Alguns destes plásticos podem ser de origem renovável, não renovável, ou mistos.

Alguns produtos fabricados com este tipo de plástico recebem certificações de aprovação para uso em compostagem industrial controlada. Plásticos hidro-biodegradáveis não podem ser reciclados junto com o plástico convencional. A vantagem deste tipo de plástico é que terá uma vida curta no meio ambiente, desde que esteja em ambiente de compostagem ou biologicamente ativo.

O seu maior problema é o preço elevado da matéria prima para sua confecção. Além disto, requer modificação de máquinas e processos para ser produzido. Embalagens plásticas produzidas com os hidro-biodegradáveis são mais espessas, consumem mais matéria prima e energia tanto na produção, quanto no transporte.

E se forem degradados por microorganismos anaeróbicos – sem a presença do ar -, o resultado será metano, gás 23 vezes mais potente como efeito estufa, além de ser explosivo.

O terceiro tipo de plástico, o qual a FUNVERDE dá total apoio e é a base do nosso projeto de sacolas ecológicas, é o plástico convencional feito a partir do petróleo, mas com tempo de vida útil controlado, tecnicamente chamado de plástico oxi-biodegradável.

Para transformar o plástico convencional em um plástico menos agressivo ao meio ambiente, é adicionado 1% de um aditivo que é chamado D2W. Ele que faz com que a cadeia molecular do plástico, que é enorme, comece a oxidar e finalmente, quando se torna pequeno, os microorganismos entram em ação, começando a biodegradação.

Exatamente o que vai acontecer com os plásticos convencionais em 500 anos ou mais, só que, neste caso, em período de tempo muito menor – aproximadamente 18 meses -. O plástico oxi-biodegradável pode ser reciclado junto com o plástico convencional.

Mesmo o pseudo plástico verde da Braskem, pode receber este aditivo e ser tornar um plástico menos agressivo ao meio ambiente, podendo ter seu ciclo de vida útil controlado, degradar e posteriormente se biodegradar caso não tenha sido reutilizado, coletado e reciclado, evitando-se assim os danos ambientais causados pelos plásticos convencionais abandonados no meio ambiente e que lá ficam por séculos.

Hoje ainda não é o momento certo para a utilização do pseudo plástico verde, visto que o petróleo é a nossa matriz energética global e continuará sendo por mais alguns anos. Caso plásticos deixem de ser produzidos a partir do etanol, a nafta – sub-produto do refino do petróleo – será queimada nas refinarias, o que é um contra-senso, destruir um produto, aumentando a temperatura do planeta sem ter uma utilidade para a humanidade.

Plantar cana e queimar a nafta é no mínimo ilógico. Daqui a alguns anos, quando a matriz mundial de energia for deslocada do petróleo para outro produto, poderemos dizer se o “plástico verde” tem sua utilidade, apesar de que plantar plástico é um crime contra a humanidade. Ainda depositamos nossas esperanças no plástico de algas.