Laudos confirmam que sanepar joga merda na água dos rios mas iap diz que é normal

O que se faz em um caso como este, se nem com o iap podemos contar? Para quem não sabe, iap quer dizer instituto ambiental do Paraná.

Já faz dois anos que estamos denunciando que a sanepar  joga merda liquidificada nos nossos rios, que não trata o esgoto, tratamento pelo qual pagamos 80% da fatura de água e mesmo assim o órgão que deveria multar fica quieto, subserviente e vamos parar com os adjetivos por aqui, porque senão vai complicar …

Quem nos protegerá?

Chamem o Homem Aranha, o Super Homem, o Batman e o Robin ou qualquer outro super herói, porque certamente o iap não está fazendo seu serviço.

Leia abaixo.

Jornal O Diário do Norte do Paraná de 22 de outubro de 2009

Índices - de merda – estão acima, mas IAP acha normal

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) apresentou esta semana os resultados dos exames laboratoriais das coletas que fez nos ribeirões Mandacaru e Maringá, que recebem resíduos das Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) 1 e 3, da Sanepar em Maringá. Segundo o chefe do instituto, Paulino Mexia, “os resultados mostram que as estações estão operando no limite máximo permitido pela lei, mas não estão irregulares”.

Continue com a conversa para boi dormir, estamos ouvindo.

Os dados contrariam laudos da própria Sanepar, inclusos numa ação movida pela Promotoria de Defesa do Meio Ambiente, que mostraram que, em cinco coletas feitas entre janeiro e maio deste ano, as duas estações estavam irregulares. Paulino também disse que as estações que estavam sem licença ambiental, agora já estão regularizadas.

Hmmm …

O chefe do IAP justificou que os novos laudos indicam que as ETEs 1 e 3 estão dentro de uma margem permitida “e por isso, a Sanepar não será multada agora”. Mas advertiu que “as estações estão no máximo do máximo e a Sanepar precisa se preocupar com isso”.

Mas, se não se preocupar o iap fará o que? O mesmo que estão fazendo agora: NADICA DE NADA!

Os laudos do IAP mostram que a emissão de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) das amostras colhidas no dia 15 de julho, era de 65 ml/l na ETE 3 e a coleta do dia 29 de outubro, na ETE 1, era de 72 mg/l. A resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), nº 357, estabelece que o valor máximo da DBO é de 60 mg/l, bem menos do que os valores encontrados pelo IAP.

A informação de Marli Vieira Lino, técnica responsável pelo laboratório do IAP em Londrina, que assina os novos laudos, é que apesar dos valores encontrados estarem acima da norma, os técnicos do IAP têm liberdade para interpretar os dados, segundo normas do próprio instituto.

Liberdade para interpretar … hmmm … suspeito …

“Para dizer que aquele valor encontrado significa poluição ou não, precisamos da interpretação do fiscal que fez a coleta”, disse. Professores do Laboratório de Análise de Água da Universidade Estadual de Maringá (UEM) preferiram não se manifestar sobre os laudos do IAP, apesar de reconhecerem que os valores indicados estão acima da resolução do Conama.

Os mesmos laudos do IAP mostram que a Demanda Química de Oxigênio (DQO) das amostras colhidas nos dois ribeirões que recebem descargas das lagoas de tratamentos 1 e 3, também estão acima do permitido pelo Conama.

Na ETE 1, a DQO estava em 264 mg/l e na ETE 3, estava em 242 mg/l. O Conama estabelece como valor máximo 150mg/l. O PH da água, segundo o Conama, deve ficar entre 5 e 9 e os laudos do IAP mostram que nas datas das coletas ele estava em 7,10 e 7,20.

Ah, Paulino. Vá tomar um copo de água na saída do ETE do Córrego Maringá vá. Se você fizer isso, acreditaremos que você acredita no que diz.

Novos laudos serão juntados ao processo

O promotor de Defesa do Meio Ambiente de Maringá, Manoel Ilecir Heckert, informou ontem que os novos laudos do IAP devem ser encaminhados para Curitiba, para fazerem parte da ação que a promotoria estadual move contra a Sanepar local, mas o prosseguimento ou não da ação vai depender da análise técnica desses laudos. Se no período anterior, quando a emissão de resíduos das lagoas estavam acima do permitido, houve prejuízo à saúde da população e ao meio ambiente, a ação prossegue, “mas caso isso não seja comprovado, a ação pode ser arquivada”, explicou.

Continua muito acima do permitido, Só não vê quem acha conveniente não ver.

As denúncias de que as estações que atendem à zona norte de Maringá (ETEs 1 e 3) estavam poluindo importantes mananciais, despejando esgoto com cargas poluentes bem acima do permitido pela legislação, e funcionando sem as licenças ambientais do IAP, foram feitas em agosto pelo O Diário, com base em documentos da Promotoria de Defesa do Meio Ambiente de Maringá. As duas denúncias, conforme a Lei Orgânica do Município (LDO) de Maringá, podem levar à cassação da concessão.

O Capítulo 5 da Lei Orgânica do Município, que trata das Obras e Serviços Públicos, determina, no seu Artigo 91, parágrafo 3º: “O município poderá retomar, sem indenização, os serviços permitidos ou concedidos, desde que executados em desconformidade com o ato ou contrato”. O Artigo 92, item 1º, que trata da fiscalização e rescisão da concessão prevê nos itens 4º e 5º “a obrigação de manter serviço adequado” e a “obrigação rigorosa de atender aos dispositivos de proteção ao meio ambiente”.

Eles continuam jogando merda em nossos rios e os únicos que poderiam detê-los estão olhando para o outro lado. Isto é a cara do Brasil.

Saiba mais nos links abaixo.

http://funverde.wordpress.com/2008/12/22/materia-do-sbt-com-a-funverde-sobre-o-tratamento-de-esgoto-da-sanepar/

http://funverde.wordpress.com/2008/12/04/projeto-mata-ciliar-funverde-29-de-novembro-de-2008/

http://funverde.wordpress.com/2006/11/11/11-novembro-2006-sabado/

 

A última pérola do Jornalista Edson Lima, agora sobre a invasão das calçadas pelo comércio

 

Da coluna do Edson Lima, no jornal O Diário do Norte do Paraná dia 3 de setembro de 2009:

“Absurdo – Como pode, em apenas um mês, 1,5 mil comerciantes serem notificados porque não cumprem a lei das calçadas?”

“Perda – Eles podem usar 25% da calçada para expor seus produtos, mas, como está, até isso podem perder. Vão ter prejuízos enormes, se nada puderem mostrar fora da loja.”

Maringá, como muitas cidades, vive uma situação que até pouco tempo era raro, o comerciante está cada dia utilizando mais e mais as calçadas para expor suas mercadorias.

Acompanhe os post anteriores em http://funverde.wordpress.com/2008/02/03/porque-tenho-a-sensacao-de-morar-no-paraguai-parte-i/ e

 http://funverde.wordpress.com/2009/03/16/maringa-pr-promotoria-do-meio-ambiente-quer-desocupacao-das-calcadas/ e

http://funverde.wordpress.com/2009/02/11/maringa-cidade-infernal/ e

http://funverde.wordpress.com/2009/03/17/a-calcada-nao-pertence-mais-ao-pedestre/

Desde que a fiscalização finalmente começou a mostrar serviço no segundo semestre de 2009 - com muitos anos de atraso, devemos salientar – o pedestre finalmente pode começar a transitar livremente pelas calçadas da cidade e pensamos que o problema finalmente havia sido resolvido, afinal, faz anos que ligamos para a prefeitura, ligamos para a ouvidoria, ligamos para a fiscalização, demos várias entrevistas sobre o assunto e postamos matérias com fotos na página.

Daí vem o colunista do principal jornal da cidade falar as besteiras acima. Mas é uma brincadeira de mau gosto mesmo. O que motiva este sujeito a desrespeitar o pedestre deste jeito? Edson, a calçada pertence ao pedestre e somente ao pedestre.

A CALÇADA NÃO PODE SER USADA para expor mercadorias, banners, totens, venda de mercadorias paraguaias, caixas de som com propagandas das lojas e suas músicas imbecis nos ensurdecendo, pessoas ficarem distribuindo folders que serão descartados daqui a cinco metros no chão para depois ter que gastar dinheiro público para os garis varrerem a sujeira, pessoas perseguindo outras para oferecerem empréstimos, locutores berrando chamando o comprador.

A CALÇADA NÃO PODE SER  pintada de cor diferente, colar propaganda no chão, despejar papel picado que depois irá parar nos rios, pendurar arcos com balões, bandeirolas, tudo o que acontecia na cidade.

O comerciante não pode usar os 25% da calçada, porque a lei maior é a federal, esta lei a que você deve estar se referindo foi uma lei muito imbecil que a vereadora Edith Dias, na gestão passada,  fez para beneficiar o comércio em detrimento ao pedestre e já há anos estamos tentando derrubar esta lei.

Quando a loja se estabeleceu no local,  ela deve ter calculado qual a área necessária para sua instalação e a calçada JAMAIS deve ser contada neste cálculo. Por que você diz que ele terá prejuízo? Se ninguém estiver usando a calçada, todas as lojas terão uma concorrência justa, o comerciante deve investir sim, em vitrine para chamar o consumidor mas jamais botar um locutor para berrar em nossos ouvidos.

Edson, olhe as fotos acima, é disso que você gosta, você acha lindas e maravilhosas as cenas acima? Você gosta de caminhar no meio deste caos?

São atitudes assim que levaram a humanida a ficar estagnada, temos que mudar e mudar para melhor, tornarmo-nos mais civilizados e você que assina uma coluna no jornal, deveria dar o bom exemplo e não ficar falando estas besteiras.

Nunca, jamais, o interesse de um empresário pode estar acima dos interesses da coletividade, leia, aprenda e evolua.

Restos de plástico liberam substâncias tóxicas no oceano

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Revista Época de 20 de agosto de 2009

Pesquisadores descobrem que plástico se decompõe rapidamente no mar aberto, mas isso não é bom: ao se dissolver, esses materiais liberam elementos tóxicos.

Cientistas identificaram uma nova forma de poluição química causada pelas milhões de toneladas de plástico flutuando nos oceanos do mundo. Segundo o estudo, divulgado na quarta-feira (19), durante o encontro da Sociedade Americana de Química, e liderado por Katsuhiko Saido, da Universidade Nihon, no Japão, enquanto o plástico no mar se decompõe, cria substâncias tóxicas não naturais que podem afetar o crescimento e o desenvolvimento de animais marinhos e até mesmo ser tóxicas para humanos.

Até essa pesquisa, a ideia mais aceita era a de que o lixo plástico era estável e que sua principal ameaça aos animais derivava de problemas de asfixia e estrangulamento causados em criaturas que comessem ou se prendessem nos detritos – além de ser uma poluição desagradável à vista. A ideia geral sempre foi a de que plástico demorava anos para se degradar. Saido, entretanto, afirma que materiais plásticos se decompõem rapidamente quando expostos às condições e temperaturas do mar aberto.

Mas isso não é uma boa notícia: decompostos, esses materiais se dissolvem em químicos tóxicos que podem facilmente se espalhar pelo ambiente marinho, como o bisphenol A – causa de problemas no sistema hormonal de animais – e as substâncias conhecidas como oligômeros à base de poliestireno, que não existem na natureza. Um dos derivados de plástico mais utilizado no mundo, o isopor libera o monômero de estireno, uma substância reconhecidamente cancerígena, além de outros dois químicos derivados do estireno, que, acredita-se, também possam causar câncer.

Existem milhões de toneladas de plástico flutuando nos oceanos, mas o tamanho dessa poluição só tem sido amplamente reconhecida nos últimos anos. No Pacífico Norte, por exemplo, foi descoberta uma área que parece estar permanentemente coberta por uma camada de lixo flutuante e que tem uma extensão estimada similar à do Estado do Amazonas, o maior Estado brasileiro.

***

Ambiente Brasil de 21 de agosto de 2009

Os resíduos plásticos que acreditava-se que eram indestrutíveis se decompõem rapidamente na água e liberam substâncias tóxicas em todos os mares do mundo, afirmou um estudo apresentado na quarta-feira (19) na reunião anual da Sociedade Química dos Estados Unidos em Washington.

Os cientistas do Colégio de Farmácia da Universidade de Nihon, no Japão, disseram que a descoberta foi “surpreendente” porque se pensava que o maior perigo dos plásticos era que fossem comidos pelos peixes.

“Acreditava-se que os plásticos de uso diário eram em geral muito estáveis”, indicou Katsuhiko Saido, cientista que dirigiu a pesquisa.

“Descobrimos que o plástico no oceano na realidade se decompõe ao ficar exposto à água e ao sol e a outras condições ambientais. Esta é outra fonte de poluição global que continuará no futuro”, disse.

Saido ressaltou que todos os anos são jogadas nos rios japoneses 150 mil toneladas de resíduos plásticos, principalmente objeto de espuma plástica (Styrofoam) e o mesmo ocorre em outros mares.

Segundo o cientista, quando o plástico se decompõe libera a substância bisfenol A (BPA) e o oligômero PS, potencialmente tóxicos.

Outros estudos afirmam que tanto o BPA como o PS podem alterar a função hormonal nos animais e afetar gravemente seu sistema reprodutivo.

Os plásticos não se decompõem no sistema gástrico dos animais, mas as substâncias que liberam poderiam ser altamente prejudiciais, disseram os cientistas em seu relatório.

E agora xico tóxico, brasquem?, plastimorte, CETEA / Ital, INP, MMA et caterva?

Plásticos são maioria entre lixos marítimos

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A Foto da sacola acima foi tirada no oceano pacifico, mas poderia ser no rio da sua cidade, afinal o Wal-Mart despeja no Brasil 150 milhões de sacolas plásticas por mês e nem tem a responsabilidade de torná-las menos prejuiciais ao planeta, isto é, eles NÃO usam plástico oxi-biodegradável, o plástico e ciclo de vida curto de 18 meses ao contrário destas malditas sacolas de plástico eterno que eles insistem em usar em que a duração é de 500 anos.

Entenda no link a seguir, porque nós apoiamos o uso do plástico oxi-biodegradável. http://funverde.wordpress.com/sacolas/porque-plastico-oxi-biodegradavel/

Revista Veja de 08 de junho de 2009

A maior parte do lixo encontrado nos oceanos é composto por produtos plásticos, como garrafas, sacos e embalagens. Em algumas regiões, a “poluição plástica” representa 80% de todos os detritos encontrados. As informações fazem parte de um relatório do Programa Ambiental das Nações Unidas (Unep, na sigla em inglês) divulgado nesta segunda-feira em comemoração ao Dia Mundial dos Oceanos.

Embora a Unep não tenha como precisar o total de lixo nos oceanos, a entidade garante que as evidências indicam que a quantidade de entulho está crescendo. O relatório da ONU tem o intuito de alertar os governos das regiões onde a situação está mais crítica, para que alguma solução seja tomada.

A principal causa da poluição marítima, segundo a ONU, são o desperdício e a má administração dos recursos naturais. Ainda segundo a entidade, os sacos plásticos finos deveriam ter sua produção banida e o processo de reciclagem incentivado pelos governos.

Veja bem que foi a ONU que recomendou se banir a sacola plástica e não nós, os ecochatos, biodesagradáveis. E aí xico das esmeraldas, soldadinho de plástico das petromáficas, vai encarar a ONU? Hahaha.

O plástico também atinge diretamente os animais que vivem no mar ou dependem dele para sobreviver. Um estudo com os pássaros fulmaros glaciais, encontrados no Mar do Norte, revelou que 95% deles tinham pedaços de plástico em seus estômagos. Ao confundir a poluição com comida, muitos animais acabam ingerindo o plástico por engano, como é o caso das tartarugas que, frequentemente, confundem sacolas com águas-vivas, sua principal presa.

Economicamente, os países também acabam perdendo com a poluição, uma vez que ela pode contaminar áreas de agricultura e turismo, além de danificar barcos e equipamentos de pesca. Em apenas um ano, a Suécia gastou cerca de 1,5 milhão de dólares (aproximadamente 3 milhões de reais) para recuperar as praias de Bohuslan. O Peru também teve que investir cerca de 400.000 dólares (pouco mais de 780.000 reais) – o dobro do investimento feito na limpeza das áreas públicas apenas para limpar sua costa.

Paraná: jogo duro com grandes geradores de resíduos

 

Revista Reciclagem Moderna nº 15 de março/abril de 2009

Entrevista com Laerty Dudas – Coordenador de Resíduos Sólidos da Secretaria do Meio Ambiente do Paraná

Já há algum tempo, a Europa decidiu arregaçar as mangas para implantar ações em prol do meio ambiente. Entre essas ações está a introdução da Diretriz ROHS – Restriction of Hazardous Substances – que limita ou impede o uso de metais pesados como chumbo, cádmio e mercúrio em equipamentos eletroeletrônicos. Em outra linha de ação, os países-membro da Comunidade Européia conseguiram elevar os níveis de reciclagem em materiais como plástico e papel.

No Brasil, entretanto, ainda faltam leis para fiscalizar ou regulamentar o uso e descarte de uma série de produtos. Interesses empresariais e a falta de conhecimentos técnicos por parte de alguns agentes dificultam ou atrasam leis e decretos que poderiam dar melhor destino a algumas substâncias perigosas, ou, em outros casos, elevar os níveis de reciclagem no país. Basta ver o que está acontecendo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que se encontra emperrada no Congresso devido à uma série de discussões entre o poder público e empresas geradoras de resíduos.

No estado do Paraná, porém, a responsabilidade do fabricante de produtos começa a ser discutida e cobrada pelas autoridades. A emissão das ações pró ambiente do estado estão sendo coordenadas pela Secretaria do Meio Ambiente e, muitas vezes, com o apoio do Ministério Público do Estado.

Em 2003, o governo paranaense lançou o Programa de Desperdício Zero, projeto que deu origem à Política Estadual de Resíduos Sólidos. Passados seis anos de implantação dessa política, o Paraná tornou-se o principal Estado do País a endurecer o jogo com as empresas geradoras de resíduos sólidos. O resultado dessa atuação do Estado foi uma avalanche de reuniões, dezenas de multas e até mandatos de segurança solicitados pela Reciclanip – a entidade criada pelas empresas fabricantes de pneus Bridgestone Firestone, Goodyear, Michelin e Pirelli.

Nesta interessante entrevista com o coordenador de Resíduos Sólidos da Secretaria do Meio Ambiente do Paraná (SEMA), Laerty Dudas, você poderá acompanhar vários detalhes de alguns fatos que estão se desenrolando no Estado. As informações reveladas aqui servem de alerta para os demais Estados e para o governo federal, já que temos uma Política Nacional de Resíduos Sólidos prestes a completar 18 anos no papel.

RECICLAGEM MODERNA: quais são os objetivos do Programa Desperdício Zero do Paraná?

DUDAS: quando se fala em papel, aparista ou carrinheiro, o grande objetivo é gerar emprego e renda. A indústria vai necessitar de papel reciclado para colocar na composição daquilo que está fabricando. Estamos dando uma valorização ao produto a partir de uma necessidade. Esse material terá uma rotatividade maior.

RM: além de papel, quais são os outros materiais foco do programa?

DUDAS: Pneu, por exemplo. A política é de que o fabricante assuma a responsabilidade legal, já estamos conversando há dois anos com todos os fabricantes para que implantem uma logística reversa. Eles se reuniram em uma associação para blindar os fabricantes de pneus. Esse é um problema sério porque eles desenvolvem tecnologias para fabricação de pneus, mas não desenvolvem tecnológicas para reaproveitar o pneu inservível, eles dependem de um terceiro desenvolvedor de tecnologia que é a indústria cimenteira, que usa o pneu como fonte energética. Todo mundo se esquece da Lei nº 6.938/1981 (Lei federal), que é de responsabilidade solidária. A partir do momento em que você coloca a sua logomarca num produto, tem responsabilidade social por aquele produto até o seu destino final, então, já existe algo nesse sentido. Agora, não existem leis específicas para lâmpadas, por exemplo. Porque as sacolas oxi-biodegradáveis apareceram, por exemplo? Para convivermos melhor com o plástico.

RM: na revista Reciclagem Moderna nº 14 foi publicada uma reportagem bem apurada sobre sacolas plásticas. Estas sacolas que se decompõem são apenas agradáveis aos olhos, pois fragmentam o material em pequenos pedaços, correto?

DUDAS: temos no Paraná 14 laudos técnicos (sendo oito do Brasil e seis internacionais) e convocamos para o Estado o presidente da Sociedade Mundial de Cientistas em Polímeros Plásticos (Polymer Society – uma divisão do Instituto Internacional de Materiais, Minerais e Mineração) desmentido muita coisa do que as indústrias falam. Fizemos algumas blitze em redes do varejo, mas a sociedade mudou a sacola.

Aqui cabe uma pequena correção, foram feitos 25 os laudos nacionais em diversas instituições conceituadas, e no Paraná, quem não optar por plástico oxi-biodegradavel, retornável ou qualquer outra sacola que seja ambientalmente menos prejudicial do que o plástico convencional e eterno, pode levar uma multa de até R$ 70.000,00 por dia.

RM: e o que ocorre no mercado de pneus?

DUDAS: no caso do pneu, estão tentando mudar a resolução de forma que seja favorável a eles (fabricantes). Eles falam que o município tem que dar barracão e custear funcionários. Onde você vai colocar dinheiro público para acondicionar resíduo de indústria? Isso é improbidade administrativa. Esse convênio (acordo firmado entre fabricantes de pneus e algumas prefeituras do Paraná) é ilegal. Ele favorece a indústria pneumática.

E como sempre diz o Dudas, daqui a pouco aparece um fabricante qualquer coisa exigindo do município que também armazene seu resíduo, afinal, se abriram exceção para um, todos poderão exigir o mesmo tratamento dierenciado, a lei vale para todos.

RM: que acordo é esse?

DUDAS: no Paraná temos uma unidade da Votorantim que aproveita e precisa de 3 mil toneladas/mês de pneus. O Paraná gera 2 mil toneladas/mês. Matematicamente, o problema no Estado está resolvido. Só que percebemos que a conta não estava fechando. Começamos a perguntar: por que o pneu paranaense não interessava para a Votorantim? Porque a Reciclanip fez um acordo comercial com a Votorantim e estão trazendo pneu de Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul. Ou seja, eles estão limpando os outros Estados, enquanto o pneu do Paraná está sobrando.

RM: o que foi feito sobre isso?

DUDAS: tivemos uma reunião com o pessoal do Ministério da Saúde que defendia a proposta da Reciclanip. O município não pode gastar dinheiro público para acondicionar material de resíduo da indústria. Podemos até assinar convênio com a Reciclanip, desde que eles assumam toda a responsabilidade.

RM: isso ainda está em discussão?

DUDAS: emitimos R$ 20 milhões em multas para esse pessoal (fabricantes de pneus). Para cada pneu da marca Firestone, por exemplo, achado na rua, emitimos multa de R$ 10 mil. O município não fabricou pneu, isso não é dele. Outra idéia nossa foi amontoar os pneus e colocar um cartaz com os dizeres: “Esses pneus são de propriedade da empresa Goodyear, Firestone, Pirelli …” Emitimos multa também de R$ 2 milhões para a Reciclanip porque ela mandou ofício para as prefeituras solicitando que as mesmas desconsiderassem o que o governo do Estado falava. Também acionamos o Ministério Público, que avisou para os 52 prefeitos que assinaram o acordo: “Vocês podem responder por improbidade administrativa”. Na prefeitura de Foz do Iguaçu, por exemplo, pagam-se R$ 2.700,00 pelo aluguel de um barracão para estocar pneu. Esse pneu nunca sai de lá, porque estão trazendo pneu de fora do Estado. Devido à nossa pressão, em janeiro de 2009 a Reciclanip tirou os pneus de um barracão da cidade de Almirante Tamandaré (região metropolitana de Curitiba).

RM: o que mais foi feito?

DUDAS: nós nos reunimos com uma associação local que prometeu limpar os pneus do Paraná se fosse proibida a entrada de pneu de fora. Então foi feita uma resolução proibindo a entrada de pneu de fora. No início de fevereiro deste ano, a Reciclanip entrou com um mandato de segurança para cassar a resolução do Governo do Estado do Paraná.

RM: qual foi a reação do estado?

DUDAS: estamos tentando cassar essa liminar. Eles colocam como defesa que estamos impedindo um acordo comercial. Meio ambiente é a 15ª prioridade deles (Reciclanip). O acordo comercial (com a Votorantim) é o que interessa nesse momento. Queremos que eles limpem o Paraná. A Reciclanip diz que vai cumprir a resolução em 62 anos.

RM: como você acha que acontece em outros lugares?

DUDAS: não foge à regra. É inadmissível que você pague R$ 2 mil ou R$ 2,5 mil para acondicionar resíduos da Firestone ou Michelin. Com esse dinheiro é possível pintar uma escola, ou comprar um computador por mês. Quando a prefeitura cede espaço e verba para acondicionar pneu, a indústria só tem a agradecer. Os 52 municípios que assinaram o acordo estão sendo denunciados pelo Ministério Público do Paraná para ressarcir esse gasto. O sócio da Reciclanip paga R$ 50 por tonelada para incinerar os pneus na Votorantim. Mas se a empresa não for sócia, precisa desembolsar R$ 300. É um absurdo o que está acontecendo. Na última reunião da câmara técnica, voou até cadeira.

RM: mas está prevista uma reunião do CONAMA sobre esse assunto. Você não acha que poderemos ter novidades?

DUDAS: resolução não tem força de lei. Se a empresa quiser colocar na defesa que não atende à resolução, tudo bem. O pessoal se esquece de que no Paraná temos uma lei para pneus. A resolução é apenas um encontro de técnicos que vão dar diretrizes para que vire lei. Os advogados da Reciclanip caem da cadeira quando conversam conosco porque temos a Lei 12.493/99 e o artigo 11 é bem claro sobre pneu. Ela diz que o fabricante é o responsável pela coleta, armazenamento e destino final do pneu. Eles argumentam que estão trabalhando a resolução do CONAMA. Querem atribuir ao município essa responsabilidade.

Temos 210 parceiros da iniciativa privada no Programa do Estado. A Ambev, por exemplo, precisa apresentar para nós a justificativa da sustentabilidade da embalagem tipo long neck. Já fizemos a denúncia no Ministério Público. A Ambev percebeu que a logística reversa da embalagem long neck é insustentável. Comercialmente, entretanto, a long neck concorre com o alumínio. Alguns componentes químicos foram retirados da garrafa, assim ela ficou com menos peso. Essa embalagem não tem pressão para ser envasada mais de uma vez, por isso é descartada para o meio ambiente. Esse produto não tem preço, logo ele é ruim para o meio ambiente.

Um passarinho verde nos contou que as envasadoras de produtos em long neck no Paraná, receberam uma pequena multa de sete milhões de reais no inicio de maio de 2009 por não estarem praticando a logística reversa. Infelizmente não houve divulgação por parte da imprensa. Haja poder para poder encobrir esta noticia. Devem ter dado muita cerveja para calar a boca da imprensa.

Todas as empresas fabricantes de óleo combustível também estão obrigadas a fazer coleta, transporte e destino final. Este é o nosso objetivo: ter sempre o reciclador para fechar a cadeia da reciclagem. Por que a embalagem de agrotóxico conseguiu fechar o cerco? Porque o fabricante assumiu a responsabilidade. Então, o que deu certo para os agrotóxicos estamos colocando para os outros resíduos. Em alguns tipos de embalagens torna-se difícil fazer a segregação de materiais.

“Eles argumentam que estão trabalhando a resolução do CONAMA. Querem atribuir ao município essa responsabilidade” Mas isso é muita cara de pau, e não duvidamos nada que eles consigam através de lobbie, mudar esta resolução no país da pizza, onde a indústria só visa o lucro sem quere se responsabilizar pela sujeira que fabricam e emprorcalham o planeta.

RM: mas existe em São Paulo uma unidade da TetraPak que faz segregação de embalagem longa vida, por exemplo.

DUDAS: mas quanto eles colocam no mercado e quanto eles recolhem? Nós nos reunimos com o pessoal da TetraPak por meio de um programa chamado “Paraná e TetraPak em ação”. Em 2007, eles assumiram o compromisso de fazer o escoamento sustentável da embalagem. Eles estão no Ministério Público e chamamos os municípios que fazem parte do G-22 (grupo de cidades do Paraná). Cem por cento dos municípios estão insatisfeitos com o modelo. A responsabilidade é deles e não do município. Deixamos bem claro que o município não é empregado da TetraPak. Demos um prazo de 30 dias para a TetraPak resolver o problema. Decidimos (o G-22) que vamos pegar toda a embalagem recolhida e depositar na fábrica mais moderna deles, que fica na cidade de Ponta Grossa (PR). Fala-se muito em reciclagem, mas não vemos a participação efetiva da indústria.

O G-22 é composto pelos 22 maiores municípios do estado do Paraná, que concentram 80% da população e são responsáveis pela geração de 85% dos resíduos. O Paraná tem hoje 399 municípios.

RM: essas multas que você citou já foram entregues?

DUDAS: já. A alegação dos supermercados, por exemplo, é que eles cedem a sacola para o cliente colocar o produto. Os supermercados dizem que não têm culpa se colocam a sacola para transportar o produto e, em casa, o cliente a usa como saco de lixo. Acho engraçado o supermercado colocar a culpa no cliente, afinal, quem mantém o faturamento do supermercado?

Isso é o mesmo que morder a mão do dono ou cuspir no prato que come, né, supermercadista?

RM: em que outras áreas de materiais estão ocorrendo ações semelhantes?

DUDAS: lâmpadas. Fabricantes como GE e Sylvania foram multados em R$ 10 mil por dia até apresentarem relatório de logística reversa. Carrefour, Wal-Mart e Pão de Açucar receberam multas que somam R$ 14 milhões. Todos os clientes da TetraPak estão no Ministério Público. Ligamos para um deles no País (clientes de embalagem da TetraPak) e dissemos o seguinte: “Meu amigo, você depositou a sua embalagem no meu Estado. Gostaríamos que viesse retirar”.

RM: quais foram os resultados positivos dessa política implantada no Estado?

DUDAS: colocamos todos os fabricantes no circuito por bem ou por mal, pressionando a fazer uma logística reversa de todos os materiais produzidos. Infelizmente, tivemos de mudar alguns pontos porque sentimos que ninguém quer fazer nada. Não gostamos de conversar com associações. Elas foram feitas para blindar as empresas. Quando fizemos pressão sobre o PET, o que o pessoal fez? A Coca-Cola recorreu ao Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem), que é uma entidade que atende ao interesse dos associados. A primeira coisa que o André Vilhena (diretor-executivo do Cempre) fez foi pedir prazo. Nunca vi pedir tanto prazo na vida. E por quê? Porque eles não querem colocar a mão na massa. Quando você pergunta quanto de garrafa de PET é disponibilizado no Estado, ninguém sabe. Eles conseguem rastrear uma embalagem de suco, mas não sabem quanto venderam para o Estado. A TetraPak disse que aumentou a reciclagem de embalagem longa vida em 32% no Estado. O índice mundial é de 16%. Qual foi a façanha que a empresa faz se nem para campo eles foram? Eles (TetraPak) questionaram a realidade de alguns municípios por aqui e nunca mais voltaram.

Quem não sabe quem é o André Vilhena, por favor, procure no google, vale a pena.

RM: você acredita que o programa ajudou a melhorar o comércio de materiais recicláveis no Estado?

DUDAS: a avaliação principal é que se o fabricante não participar do processo, tenho pena do reciclador. Para o reciclador, a parte mais cara é fazer o material chegar até o pátio da empresa dele. Agora, de quem é esse material? Do fabricante. Não interessa se o reciclador está ganhando dinheiro com esse resíduo. Isso não exime o fabricante de responsabilidade. O fabricante deveria beijar os pés do reciclador porque ele está tratando de um resíduo que ele (o fabricante) produziu. Estamos forçando o fabricante a ajudar o reciclador. Tenho pena dos recicladores porque eles apresentam uma solução sem apoio da empresa fabricante. Neste país, só haverá mudanças quando o fabricante der mais apoio ao reciclador.

Infelizmente, somente com multas milionárias alguma mudança na atitude dos fabricantes irá acontecer. Somos acomodados por natureza e se ninguém der um chute na bunda, ninguém vai para frente.

RM: você acredita em um aumento de campo de trabalho para o reciclador após a implantação do programa?

DUDAS: acredito que ele tenha aumentado, mas à custa de muito suor. Gosto de dar exemplos práticos: ligamos para a maior recicladora de embalagens TetraPak do Paraná para perguntar se a empresa fabricante estava oferecendo algum tipo de apoio. Esse reciclador ligou para a empresa em janeiro e, em resposta, recebeu alguns folders com propaganda da empresa. Isso é um absurdo. Enquanto o fabricante estiver alheio à responsabilidade, coitado do reciclador. Neste país tudo é colocado ao contrário. Os fabricantes é que deveriam perguntar para o reciclador se ele precisa de um carro, uma máquina ou algum tipo de apoio.

RM: em novembro, a SEMA publicou a Lei nº 15.696, que obriga o estado a adquirir certos tipos de papéis (cartões, embalagens, recibos etc), Cuja composição seja de 50% de papel reciclado. Essa lei já está promovendo a redução do volume de papel reciclado no estado?

Corrigindo a revista, deve ser o aumento do papel reciclado no estado.

DUDAS: baseamos esta lei na idéia de a indústria criar demanda de papel reciclado. O carrinheiro, associação ou empresa teriam um valor melhor pelo papel porque a indústria precisa dele para poder fornecer ao Estado. A empresa tem de provar que usou 50% de reciclado na composição do papel.

RM: mas como a empresa pode provar isso?

DUDAS: por meio de rastreabilidade, a empresa procura um certificador idôneo. Depois disso, a empresa consegue obter o Selo Azul da SEMA (nota da redação: esse selo é a garantia para o Estado de que a empresa foi certificada quanto à rastreabilidade). Na regulamentação da lei, colocamos apenas o básico. Agora, qualquer empresa que vende para o poder público precisa estar com a sua documentação em dia. A empresa chega aqui e quer obter o Selo Azul. A primeira coisa que vamos ver é se a empresa existe legalmente. Alguns deram problema com documentação na Receita Federal.

RM: quantas certificações Selo Azul o Estado do Paraná já expediu?

DUDAS: nenhuma até o momento e por quê? Porque a empresa interessada não existe legalmente.

RM: então as compras de certos tipos de papéis estão paralisadas?

DUDAS: a primeira empresa que poderá adquirir o Selo Azul acabou de regularizar a situação no INSS. As compras não estão paralisadas. Já fomos acusados de querer parar o estado. Havia empresas que colocavam 0,1% de apara pós-consumo junto com fibra virgem e diziam que o papel delas era reciclado. O papel reciclado vendido era papel maquiado.

RM: sobre a rastreabilidade que você comentou, não corre o risco de ser criada no Paraná uma indústria de venda de laudos?

DUDAS: não. Não posso pensar nisso. Vou acreditar no laboratório. Se existe uma indústria de venda é um problema de polícia. O laudo falso é problema de polícia. Estamos fazendo a nossa lição de casa.

RM: mas na publicação da Lei 15.696 não está claro que o reciclado usado na composição do papel novo tenha de ter sido gerado no Estado. Isso não dá brecha para que entre no Paraná papel reciclado vindo da China, por exemplo?

DUDAS: na regulamentação da lei existe um capítulo que diz que o instituto de pesquisa certificador precisa ir até a indústria e verificar a origem do reciclado. Se o instituto assinou um laudo de rastreabilidade, eu tenho de acreditar. Trouxemos para o Paraná o maior especialista mundial em polímeros biodegradáveis. Se uma pessoa como essa está assinando algo, quem somos nós para discordar? Temos de acreditar nos órgãos acreditadores.

RM: você tem idéia de quanto o Estado compra em papel? Quando esses números estarão disponíveis?

DUDAS: no momento em que tivermos todas as empresas divididas por categorias, conseguirei ter esse número. No momento, não queremos nos iludir no trabalho que estamos realizando. Vamos ter idéia desse volume e da proporção com o reciclado daqui a alguns meses.

É isso, falar mais o que depois de uma entrevista brilhante como esta do Dudas, que trabalha incansavelmente em conjunto com o Secretário do Meio Ambiente do Estado Rasca Rodrigues e com o Ministério Público com o Procurador de Meio Ambiente Doutor Saint Clair Honorato, sob a batuta do nosso genial, encardido, turrão e briguento governador, Roberto Requião, neste que consideramos o melhor governo do estado no quesito meio ambiente.

Estamos para os outros estados na legislação ambiental como a Suiça está para a Somália, há anos luz de distância na limpeza de resíduos do estado, obrigando os fabricantes a cumprirem sua obrigação de se responsabilizar por seus resíduos, ou seja, responsabilidade do berço à reciclagem, reinserindo seus produtos novamente na linha de produção.

Mas não pense você que eles estão cumprindo sua obrigação legal e moral sem espernear, e espernear muito. Eles só começam a se mover quando chegam as multas milionárias, quando são ameaçados de não poder mais atuar no estado.

Agora perguntamos, porque os outros estados não estão vindo até nosso estado em caravanas para aprender como se trata o setor produtivo? Porque os outros estados continuam reféns dos poluidores e se sentem com as mãos atadas se a solução está tão perto, no Paraná?

Dudas, continue a excelente batalha contra os poluidores, estamos aqui para apoiá-lo e também para apoiar o Rasca e o Doutor Saint Clair, para que nosso estado consiga finalmente ser um estado resíduo zero, para que consigamos fazer a reciclagem e compostagem 100%, só sobrando para os aterros os 5% de rejeito, que é o que não pode ser reciclado ou compostado.

Graças ao nosso governador, nosso procurador estadual de meio ambiente, nosso secretário estadual de meio ambiente, nosso coordenador de resíduos, podemos dizer que temos orgulho de ser paranaenses.

DUDAS AKA A CHIBATA.

 

Organização protesta contra adiamento de redução do enxofre no diesel

TCM Hitchhiker

JMA de 9 de novembro de 2008

A mobilização é contra o Termo de Ajustamento de Conduta, firmado na semana passada e que, caso homologado pela Justiça Federal, permitirá o descumprimento da resolução do Conama que exige menor quantidade de enxofre no diesel produzido no país

A Fundação SOS Mata Atlântica promove, na quarta-feira passada (5), uma manifestação contra o acordo que permitirá a produção de diesel com mais enxofre do que o permitido na resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). O protesto acontecerá em frente ao prédio da Justiça Federal, em São Paulo, às 11 horas, onde será apresentado um manifesto.

A organização protesta contra o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado na madrugada do último dia 30, sem a participação da sociedade civil, que adia por mais quatro anos a comercialização do diesel com menos quantidade de enxofre. O TAC contraria a Resolução 315 de 2002 do Conama, que previa a produção do diesel S50 para o início de 2009, isto é, um diesel com 50 partes por milhão (ppm) de enxofre. Para que o termo seja efetivado, no entanto, ele precisará ser homologado pela Justiça Federal.

O enxofre é um poluente altamente cancerígeno e, somente na cidade de São Paulo, é responsável pela morte de cerca de três mil pessoas. Hoje, o diesel produzido no país apresenta 2.000 partes por milhão (ppm) de enxofre, no interior, e 500 ppm nas regiões metropolitanas. Com acordo permitindo o não cumprimento da resolução do Conama, o diesel fornecido no país será de 1.800 ppm em janeiro de 2009 e de 500 ppm a partir de 2014. A SOS Mata Atlântica alerta para o fato de que esse acordo permitirá um diesel 900% mais poluente do que o que deveria ser.

Na presença do Ministério Público Federal (MPF), o acordo de adiamento da redução de enxofre no diesel foi feito pelos: Estado de São Paulo, Agência Nacional de Petróleo (ANP), Petrobras, Gás Natural e Biocombustíveis, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), 17 montadoras de veículos e um fabricante de motores.

Contestações judiciais

A prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, pode contestar judicialmente o TAC proposto pelo Ministério Público Federal. De acordo com o secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo Jorge, foi feito uma consulta à Procuradoria Geral do Município e a secretaria aguarda resposta sobre a possibilidade de entrar na justiça contra o acordo. Além disso, o secretário irá entregar amanhã (5) um documento ao MPF pedindo a revisão do acordo.

Jorge não concorda com os argumentos do TAC, de que não é possível cumprir a medida até o prazo estipulado. “Eles não cumpriram a medida porque não quiseram. A ANP, a Petrobras, a Anfavea, todos eles participaram das discussões desde 2002. O que eles querem é ganhar dinheiro às custas da saúde do povo”.

Para o secretário do Meio Ambiente de São Paulo, o TAC é resultado da omissão do governo federal e da pressão das grandes empresas. “O acordo era exatamente o que as empresas queriam: adiar a resolução. Essa decisão é lamentável”, conclui.

Minc

O ministro do Meio Ambiente Carlos Minc divulgou ontem (3) uma carta com esclarecimentos sobre a posição do ministério a respeito da redução do teor de enxofre no diesel. O ministro argumenta as fortes pressões que recebeu do setor econômico e ressaltou que não comemora o acordo, mas que foi o melhor resultado obtido entre os possíveis.

Como assim, foi o melhor resultado obtido? Para quem é melhor? certamente ele deve viver em outro planeta, não contaminado por esse produto altamente cancerígeno.
Coitadinho dele, sofrendo fortes pressões, está com medinho, virou ministro para que, seu calhorda, se não aguenta o tranco, peça demissão.
Marionete da lula bêbada, covarde, vendido. Parece a lula trêbada, não é minha culpa, não sei de nada … então o que está fazendo no cargo seu ridículo? Nós consumidores sim, podemos dizer que não é culpa nossa, afinal não temos tinta na caneta, não temos poder, só podemos lamentar, mas, você, que foi incumbido de proteger o ambiente no país, se fazer de coitado? Quem você pensa que acredita? Boneco de ventríloco!

Está na hora de trocar de marionete, opa, de ministro do meio ambiente de novo, pelo menos a outra se fazia de sonsa, com aquela vozinha trêmula, de mulherzinha fraca, esse aí nem para fingir, é bandido na cara dura, safado.

Segundo Minc, os atrasos fizeram com que a resolução se tornasse impossível de ser cumprida. “Quando assumimos o MMA [Ministério do Meio Ambiente], há cinco meses, todos já sabiam que a resolução era impossível de se cumprir, devido às omissões de vários anos. O que se avizinhava, portanto, era um desastre ambiental, institucional e social”, argumenta.

Na carta, o ministro ressaltou as ações que desenvolveu no MMA para diminuição do enxofre no diesel, e disse acreditar que o TAC foi o melhor resultado possível. “Avaliamos que, dentro da adversidade, obtivemos o melhor resultado entre os possíveis, já que o integral cumprimento da resolução já havia sido anteriormente inviabilizado. Vamos agora avançar para fiscalizar e cumprir o TAC”, conclui.

Ahã, vai sim, vai é esquecer do assunto, afinal em 2014, se a mãe terra assim quiser, – e quer – esse partidinho de bandidinhos estará fora do poder e este cachorro minc que ninguém conhecia antes, irá de novo se tornar um desconhecido, após ter feito esse monte de burrada que está fazendo desde que virou ministro marionete, destruindo o país, permitindo ainda mais que sua antecessora, que os criminosos roubem o futuro de nossos habitantes.

Quando votar, lembre-se, não vote no PT, 2010 está próximo, esses petistinhas de merda estão destruindo a natureza, se vendem por qualquer trocado, são uns miseráveis, imprestáveis.

Abaixo o minc!

Abaixo a lula lelé!

SP acerta diesel S-10 para 2012. E o S-50?

 

 xxyx

CONAPUB de 02 de novembro de 2008

Em 2012, os ônibus, caminhões e outros transportes pesados movidos a diesel vão usar o combustível S-10, com 10 partículas de enxofre por milhão (10). Atualmente, o diesel disponível nas grandes metrópoles é mais poluente, com 500 partes de enxofre por milhão (500 ppm).

Mas a maior parte do diesel usado é com 2.000 ppm de enxofre.

O acordo foi fechado entre o governo do Estado de São Paulo, a Agência Nacional de Petróleo (ANP), a Petrobrás, e Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cetesb e Ibama. A decisão antecipa em quatro anos a implantação do diesel S-10, que tem o mesmo teor de enxofre do diesel europeu.

No entanto, ninguém tratou da vigência da resolução 315 do Conselho Nacional de Meio Ambiente, o Conama, que exige a distribuição do diesel S-50 a partir de primeiro de janeiro de 2009. A Petrobrás e a Anfavea deram sinais de que não cumprirão a norma, sob aquiescência da ANP. Tudo leva a crer que a antecipação da chegada do S-10 ao mercado seja a saída salomônica para a questão.

A petromáfia, a anfávea não irão cumprir? Nooossa, que novidade. Acordem, as petromáfias fazem parte do governo, é um cofrinho dos políticos corruptos, lógico e óbvio que não irão cumprir.

Enquanto isso, uma cidade como São Paulo registrará a morte de 3 mil pessoas por ano, devido a problemas respiratórios provocados principalmente pela poluição atmosférica que tem como grande vilão a emissão de dióxido de carbono dos veículos (com maior peso dos motores a diesel).

Com a palavra o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que celebrou o acordo por colocar o Brasil, daqui a quatro anos, no mesmo patamar dos europeus, que já se encaminham para o diesel com zero de enxofre.

***

CONAPUB de 06 de novembro de 2008

Minc admite: governo e ANP se omitiram na questão do diesel

Enfim o ministro do Meio Ambiente deu o braço a torcer e reconheceu que a resolução 315 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) não será cumprida sob a complacência do governo.

A resolução trata da redução do teor de enxofre no diesel, o que diminuiria a poluição emitida pelo combustível. Hoje, as grandes cidades distribuem o diesel S-500, com 500 partículas de enxofre por milhão, ppm). A meta era substituir, a partir de primeiro de janeiro de 2009, o diesel atual pelo S-50, com 50 ppm de enxofre e, em 2016, pelo S-10. Mas houve um acordo que antecipou a implantação do S-10 para 2012 e a resolução 315 foi relegada a segundo plano.

O ministro Carlos Minc, em entrevista à Agência Brasil, admitiu “a ANP demorou quatro anos para especificar o diesel, a Anfavea (associação dos fabricantes de veículos) não fez os novos motores, a Petrobrás também atrasou no diesel novo”.

E então, se não fizeram motores, se atrasou a produção, multa neles seu calhorda, pois você é o único no país com poder para isso. Aliás, você foi nomeado para isso, seu bastardo.

Pela resignação de Minc, a determinação do Conama será mesmo ignorada.

Coitadinho dele, tão indefeso, tão sem poder …

Dei um tempo antes de começar a criticar este bostinha, para ver como seria a atuação dele na defesa do ambiente, mas já havia sido alertada de que o cara é um comprado, vendido, e que a entrada dele no MMA seria um desastre – a tontinha anterior também não fazia merda nenhuma, mas não fazia apenas por pura incompetência, quero crer.

Pois dito e feito, ele esta usando o discurso da lula lelé – Uia, sério que que está acontecendo isso no Brasil? - Diesel 2.000, diesel 500? Queéisso, que gente má, que gente bandida … – E eu não sabia de nada … – Vejam vocês como as petromáfias são más, mas eu não posso fazer nada, sou só a bosta da maior autoridade de meio ambiente no país, não tenho poder de para mudar nada.

Acorde, seu bandidaço, se você não fizer nada, quem irá fazer? O josé dirceu? A lula trêbada? a dona marisa? Estamos mal de ministro de meio ambiente, salve-se quem puder.

Mau humor, olho para cima e só vejo a nuvem de tempestade que acompanha a Família Adams, olho para o horizonte e só vejo destruição, só consigo ver a extinção da humanidade, se depender dos políticos brasileiros.

Condomínio verde, lixo zero

JannK

Iniciamos mais um projeto rumo a uma vida sustentável.

Viver sustentavelmente é retirar do planeta somente os recursos naturais necessários para sobrevivermos sem com isso comprometer a sobrevivência dos seres do amanhã.

Podemos acrescentar ainda que viver sustentavelmente é retirar do planeta os recursos naturais e reaproveitá-los no ciclo de produção até o seu limite através da reciclagem 100% para evitar que exploremos ainda mais o planeta sem necessidade alguma.

O que ocorre atualmente é que as pessoas não reciclam nem 5% do que poderia ser reciclado, obrigando sempre a criação de novos produtos, a retirada de matéria prima do planeta sem necessidade alguma, apenas por preguiça de separar o que é reciclável ou não.

Estamos jogando no lixo produtos preciosos apenas pelo egoísmo, pela preguiça de separarmos. Você acha que isto é justo para com o planeta, para com os outros humanos de hoje e os seres que virão no futuro?

Reciclar deixou de ser uma moda, e virou uma questão de sobrevivência para a humanidade. É uma questão que tem que ser resolvida hoje, agora, já.

Como de costume, estamos iniciando o projeto na cidade de Maringá – somos muito bairristas -, mas o projeto será desenvolvido em qualquer cidade do país, basta ter iniciativa e boa vontade para dar inicio, afinal nossos projetos são nacionais, apenas usamos Maringá, nossa casa como laboratório de testes.

Fomos convidados a apresentar o PROJETO CONDOMÍNIO VERDE, LIXO ZERO no Condomínio Vila Suíça aqui em Maringá, um condomínio com mais de 100 apartamentos que quer iniciar a separação do lixo, óleo, lâmpadas e baterias e dar a destinação correta a estes materiais.

Sempre que o presidente da FUNVERDE conversa com secretários de meio ambiente do município – digo secretários no plural porque já se passaram vários desde que iniciamos a conversa sobre a solução do gerenciamento de lixo e nenhum secretário nos escutou até hoje -, ele ressalta que a única forma do cidadão separar seu lixo – sem falar de multa – é comprando este lixo, porque o que tem valor não vai para o lixo.

Até hoje nenhum político deu bola para esta frase do nosso presidente e por isso, NOVAMENTE, vamos ter que resolver o problema com nossas próprias mãos, mas tudo bem, este é mais um projeto para mostrar que os prefeitos e vereadores estão se lixando para o lixo, ressolver o problema do lixo não dá voto, construir poste ou alguma obra visível, um monumento, isso sim dá voto.

Maringá tem mais de mil condomínios verticais – os horizontais ficam para a segunda parte do projeto – e iremos de um em um para que todos iniciem a reciclagem de seu lixo, já que não existe um programa sério de reciclagem em nossa cidade – pelos dados da prefeitura menos de 5% é reciclado na cidade – e tudo vai para o lixão – agora tem o biopuster, mas tudo chega tão contaminado que mais da metade do que poderia ser reciclado é perdido, devido à contaminação com o lixo orgânico. Só apoiaremos o biopuster quando ele for utilizado para sua real função, que é a transformar em composto orgânico o lixo orgânico que for disposto lá, quando a prefeitura multar quem não separa seu lixo na fonte e não estiver mais indo para o biopuster matéria prima preciosa para fazer novos produtos, isso é um crime contra a humanidade.

Como não temos paciência para ver o mundo acabar sem fazermos nada, como não temos crença em que alguém vá resolver qualquer problema por nós, novamente criamos um projeto que se inicia aqui, em nossa cidade, mas já avisando que este é mais um projeto nacional da FUNVERDE – a exemplo dos projetos de sacolas oxi-biodegradáveis e de sacolas retornáveis -, de reciclagem e compostagem 100% com multas pesadíssimas para quem não tiver a responsabilidade de separar seu lixo na fonte, a exemplo de inúmeros países europeus.

É uma vergonha alguém que se considera um cidadão não ter a vergonha na cara de se responsabilizar pelos resíduos que gera. Estamos falando em todas as classes sociais e intelectuais, pessoas de todas as idades, cidadãos deste planeta que ainda não se conscientizaram de que esta é nossa casa, nossa única casa e que temos a obrigação de deixá-la limpa para nós e nossos descendentes.

Maior vergonha ainda são os políticos que deveriam fazer leis para coibir a prática de encher os lixões de produtos recicláveis e não fazem nada, olham para o outro lado, como se o lixo não fosse problema deles.

O objetivo principal do PROJETO CONDOMÍNIO VERDE, LIXO ZERO é a reciclagem do lixo que, em condomínios, é concentrado, facilitando o manuseio e a aplicação de qualquer projeto, porque os condomínios tem uma autoridade máxima, que é o síndico. O sindico, normalmente tem como preocupação o lixo gerado pelos seus condôminos – ou deveria ter.

Estamos levando a solução mágica, que é a transformação do lixo em matéria prima para gerar novos produtos, ou simplificando, a venda direto dos plásticos, vidros, latas, alumínios, papéis etc que são usados pelos moradores do condomínio e hoje são descartados no lixo comum junto com lixo orgânico .

Se antes quando falávamos em resolver o problema dos resíduos domésticos o foco era a ecologia, agora estamos aliando ecologia à economia, porque vimos que é muito mais fácil convencer as pessoas pelo bolso do que pela consciência ambiental, quando se fala em valores as pessoas se tornam muito mais sensíveis a qualquer problema.

Estamos gerando renda onde existia um problema.

Para se ter uma idéia do problema que estamos falando, pense que normalmente, são feitas até 4 limpezas nas caixas de gorduras dos prédios por ano, gerando despesas significativas para o condomínio.

Somente com o óleo de fritura que deixa de ir para o ralo, as caixas de gordura dos prédios passam a ter uma vida útil até a próxima limpeza muito maior, evitando em até 75% os gastos com a manutenção.

Lembre-se de que isso representa uma economia aproximada de R$ 5.000,00 reais por ano, em edifícios com 90 a 100 apartamentos.

Se você é morador de apartamento ou síndico seja um cidadão responsável, entre em contato conosco para que seu condomínio faça parte do nosso projeto.

Vamos trabalhar hoje para que exista um amanhã.

Como separar o lixo no Japão

timtak

www.Sankyo-br.com

Claudia Higa

A coleta seletiva é uma alternativa ecologicamente correta que desvia, do destino em aterros sanitários ou lixões, resíduos sólidos que poderiam ser reciclados.

Com isso alguns objetivos importantes são alcançados:

A vida útil dos aterros sanitários é prolongada e o meio ambiente é menos contaminado.

Além disso o uso de matéria prima reciclável diminui a extração dos nossos tesouros naturais.

Uma lata velha que se transforma em uma lata nova é muito melhor que uma lata a mais. E de lata em lata o planeta vai virando um lixão…

O método de separação, data, local e horário para jogar o lixo varia de acordo com cada cidade.

Os lixos domésticos são coletados e processados pela Prefeitura. O método de separação, data, local e horário para jogar o lixo varia de acordo com cada cidade. Se não encontrar as informações indicadas próximo à residência, informe-se na Prefeitura.

É importante colaborar na separação do lixo.

Algumas cidades têm regras mais rígidas que outras, mas, no geral, segue-se a seguinte classificação:

Lixo incinerável

Sobras de comida (remova o excesso de água); óleo de cozinha (mergulhe em papel ou tecido, ou solidifique com agente coagulante); papéis não recicláveis (remova antes clipes ou grampos); roupas e fraldas descartáveis; pequenas plantas e arbustos (estes devem ser cortados em pedaços de até 50 cm e amarrados).

Lixo não-incinerável

Produtos de plástico, vinil, borracha ou couro (como sapatos e bolsas)vidro ( no caso de garrafas quebradas, deve-se colocar aviso de “perigo”); aerossol (não faça buracos e só jogue depois de esvaziar totalmente o vasilhame); pequenos aparelhos elétricos; lâmpadas fluorescentes (coloque-as em caixas de papelão); peças de metal e cerâmica; embalagens de alumínio; saquinhos para aquecimento (kairo).

Lixo reciclável (papel)

Jornais e panfletos (dobre os jornais em quatro e amarre-os); papelão e sacolas (dobre as caixas e amarre-as); revistas, cadernos, papel de embrulho, envelope, catálogos, livros e cartões-postais (amarre-os de acordo com a categoria).

Lixo reciclável

Normalmente são recolhidas duas vezes ao mês. Ao separá-los, é necessário lavar as garrafas e latas.

Garrafas quebradas e latas que não sejam de bebida, remédio e alimentos não são recicláveis e devem ser jogadas como lixo não-incinerável.

Garrafas de saquê de 1,8 litro e de cerveja podem ser levadas diretamente às lojas de bebidas.

Lixo nocivo

Produtos venenosos ou perigosos, como botijão de gás, derivados do petróleo (gasolina, querosene, tíner), tinta, remédio, pilha, fogos de artifício, fósforo, extintor de incêndio, isqueiro.

Para jogá-los, deve-se contactar o centro de coleta de lixo local.

Lixo de grande porte

Móveis, bicicletas, acolchoados e outros itens domésticos (com exceção de geladeira, televisão, máquina de lavar roupa e ar-condiciona-do) que tenham um dos lados maior que 30 cm.

Para jogar esse tipo de lixo é necessário fazer reserva junto ao centro de coleta, que informa a taxa a ser paga e o dia de coleta.

Garrafas plásticas (pet bottle)

Garrafas plásticas de refrigerante, bebida alcoólica ou shooyu (molho de soja) que levam a marca “PET” são coletadas em supermercados que tenham contêineres próprios com a marca de reciclagem.

Para que as garrafas sejam recolhidas, é necessário remover a tampa e o rótulo, lavar a parte interna e amassá-las.

Utensílios de papelão

Embalagens de leite ou bandejas feitas de papelão também são coletadas por supermercados ou centros de coleta públicos.

Antes de jogá-las, é necessário lavá-las e, no caso das embalagens e leite, dobrá-las.

Reciclagem de eletrodomésticos

São recolhidos, por ano, cerca de 600 mil toneladas de eletrodomésticos. Antes, eram recolhidos pela Prefeitura como lixo de grande porte (sodai gomi) e enterrados.

Mas diante do excesso desse tipo de lixo, o governo introduziu, em abril de 2001, a Lei de Reciclagem de Eletrodomésticos. Quem quer se desfazer de um eletrodoméstico deve entrar em contato com a loja onde comprou o produto ou onde irá comprar o novo artigo. A lei atual inclui quatro artigos: geladeira, televisão, ar-condicionado e máquina de lavar.

O consumidor arca com a taxa de coleta/transporte e reciclagem. A loja, por sua vez, repassa o produto para a fabricante efetuar a reciclagem.

As taxas de coleta e transporte variam conforme a empresa e a distância de transporte, além da tarifa de reciclagem, que fica entre de ¥ 2.400 e ¥ 4.600, de acordo com cada fabricante.

Vocabulário básico:

Japonês Português
moeru gomi lixo incinerável
moenai gomi lixo não incinerável
sodai gomi lixo de grande porte
shigen gomi lixo reciclável
yuugai gomi lixo nocivo

Fonte: IPC e www.lixo.com.br

E depois vocês reclamam quando pedimos para separar o lixo em 3 sacos, reciclável, compostável e rejeito.

Imaginem se vocês morassem no Japão …

Esse é um ensaio para o futuro, o que colocamos na postagem é o que o Brasil num futuro muito próximo será obrigado a fazer, porque os recursos naturais são finitos.

Vamos conspirar agora, no Japão eles não tem quase recursos naturais, mas quando importam suas mercadorias, as embalagens ficam no país e se tornam seus recursos naturais sem terem que extrair do planeta.

Isso é lucro líquido, porque eles importam coca cola em lata de alumínio ou pet – por exemplo – e ao reciclar o alumínio a tampa da pet, o rótulo e a própria PET eles estão enriquecendo seu país com recursos naturais que antes não possuiam.

Ou seja, além de eles importarem os produtos que consomem, importam indiretamente todas as embalagens que podem ser recicladas diversas vezes.

Orientais espertos.

Vejam que tudo é lavado, higienizado, para não perder o valor do produto, ao contrário daqui que é tudo jogado no lixo comum onde exige muito mais água e produtos químicos para a reciclagem.

É muito melhor ser correto na fonte, na sua casa, mas aqui, com a abundância – por enquanto – de recursos naturais, todos pensam que moram no paraíso, que tem escravos mágicos para limpar sua sujeira e que nunca faltará recursos naturais para serem explorados.

Não conseguimos entender essa recusa do brasileiro em reciclar, eles ficam esperando uma lei para os obrigar a reciclar e mesmo assim temos certeza de que o farão pela metade, quando tiver alguma embalagem meio grudenta – como embalagem de leite condensado – enfiarão escondido no meio do compostável ou rejeito só para não terem que lavar, o típico jeitinho brasileiro.

Por isso já estamos falando há anos que temos que fazer reciclagem e compostagem 100%, para evitar a construção de mais aterros que tomam terra fértil, para fazer a vida útil destes aterros aumentar em 95%, para poupar recursos naturais para o futuro, para nossos descendentes.

Pensem brasileiros, pensem, antes que o tempo acabe.

Como aprovar a lei de desplastificação do Paraná

Desculpem pelo link que não funcionou, mas o VEOH, onde hospedamos nossos vídeos, simplesmente saiu do ar no Brasil.

Agora os links estão corretos, por favor assista e depois envie mensagem para nossos queridos deputados para que eles façam valer seus salários.

Primeiro, assista a este vídeo em que o Cheida questiona os interesses de seus coleguinhas, do porque eles não querem aprovar a lei de desplastificação do nosso querido Paraná.

Vejam bem a cara de pau do edgar bueno, aquele de já há mais de um ano sentou sua bunda parlamentar em cima do projeto para impedir sua aprovação a mando da petromáfia e de seu braço pago, a plastimorte.

O vídeo está dividido em três partes.

  

  

  

  

Depois de assistir, envie uma mensagem para todos os nossos muitíssimo bem pagos deputados estaduais solicitando que votem em regime de urgência a lei de desplastificação do Paraná.

Vamos desplastificar o Paraná!

Rever práticas de consumo e incentivar tecnologias que não agridam o meio ambiente deve ser o compromisso de todos pela preservação do planeta.

Neste sentido, colocamos à disposição a mensagem a ser enviada aos deputados estaduais do Paraná, pedindo que agilizem a votação do projeto de lei que torna obrigatória a utilização do plástico oxi-biodegradável em substituição ao plástico convencional.

Participe!

Copie a mensagem abaixo e envie para todos os deputados estaduais, cujos endereços eletrônicos estão abaixo da mensagem.

Nossa página tem uma visitação média de 2.000 pessoas por dia, se cada um de vocês enviar uma mensagem, certamente conseguiremos nosso objetivo.

Para você que mora fora do estado do Paraná, ou mesmo fora do Brasil – temos centenas de acessos diários de todo o globo – lembre-se, moramos todos em uma pequena bolinha azul perdida no espaço, nenhum de nós está aqui a passeio, se destruirmos este planeta, não teremos outro para fugir, então, tudo o que for feito para melhorar a vida em um ponto do planeta, se reflete em todo o planeta, e esta lei melhorará a vida de cada habitante no planeta terra, habitantes de hoje e do futuro.

Por favor, nos ajude nessa árdua tarefa, que é desplastificar o planeta.

Senhor Deputado Estadual do Paraná,

Nós, cidadãos paranaenses, pedimos seu VOTO FAVORÁVEL na segunda discussão do Projeto de Lei 134/07, que tramita em regime de urgência na Assembléia Legislativa do Estado do Paraná há quase um ano, e que “torna obrigatório a utilização de material biodegradável ou reutilizável para embalagens de produtos em supermercados, congêneres e comércio em geral e incentiva estes mesmos estabelecimentos a adotarem programas de respeito ao meio ambiente.”

Entendemos que esta é uma importante medida para livrar o Paraná da contaminação pelo plástico convencional; onde só as redes de supermercado geram cerca de um bilhão e 200 milhões de sacolas plásticas todos os meses.

Baseados em Lei Federal, o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e Ministério Público já estão acionando as grandes redes de supermercados, shoppings e comércio em geral.

Pressionam o comércio a adotar práticas sustentáveis, fazendo com que os estabelecimentos comecem a se adaptar.

Desta forma, é preciso APROVAR o mais rápido possível a lei estadual que discipline o tema.

Pesquisas do mundo todo têm comprovado a efetiva degradação ambiental dos polímeros oxi -biodegradáveis.

No Paraná, o Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná), órgão da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, aponta, pelo laudo n° 07007752, que o material oxi-biodegradável analisado satisfaz completamente as exigências da Resolução no 105, de 19 de maio de 89, da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde.

É preciso acompanhar os avanços da sociedade.

DEPUTADOS ESTADUAIS DO PARANÁ

Ademar Traiano
Partido: PSDB
Telefone: 41 - 33504096
E-mail: ademartraiano@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=147
Site:

Alexandre Curi
Partido: PMDB
Telefone: 41 - 33504058
E-mail: alexandrecuri@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=182
Site:

Antonio Anibelli
Partido: PMDB
Telefone: 41 – 3504013
E-mail: anibelli@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=185
Site:

Antonio Belinati
Partido: PP
Telefone: 41 - 33504285
E-mail: antoniobelinati@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=258
Site:

Artagão Junior
Partido: PMDB
Telefone: 41 – 3504079
E-mail: artagaojunior@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=187
Site:

Augustinho Zucchi
Partido: PDT
Telefone: 41 – 3504048
E-mail: augustinhozucchi@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=188
Site:

Beti Pavin
Partido: PMDB
Telefone: 41 - 33504056
E-mail: betipavin@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=271
Site: http://deputadabetipavin@yahoo.com.br

Caito Quintana
Partido: PMDB
Telefone: 41 - 33504124
E-mail: quintana@pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=246
Site: http://www.caitoquintana.com.br

Carlos Simões
Partido: PR
Telefone: 41 - 33504006
E-mail: carlossimoes@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=190
Site:

Cheida
Partido: PMDB
Telefone: 41 - 33504088
E-mail: cheida@cheida.com.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=249
Site:

Chico Noroeste
Partido: PR
Telefone: 41 - 33504092
E-mail: chiconoroeste@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=192
Site: http://www.chiconoroeste.com.br

Cida Borghetti
Partido: PP
Telefone: 41 – 3504071
E-mail: cidaborghetti@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=193
Site:

Cleiton Kielse
Partido: PMDB
Telefone: 41 - 33504075
E-mail: cleitonkielse@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=194
Site:

Deputado Dr. Batista
Partido: PMN
Telefone: 41 - 33504084
E-mail: drbatista@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=265
Site:

Dobrandino Gustavo da Silva
Partido: PMDB
Telefone: 41 – 3504038
E-mail: dobrandino@gmail.com
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=196
Site:

Douglas Fabricio
Partido: PPS
Telefone: 41 - 33504066
E-mail: douglasfabricio@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=261
Site: http://www.douglasfabricio.com.br

Durval Amaral
Partido: DEM
Telefone: 41 – 3504127
E-mail: durvalamaral@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=239
Site:

Duílio Genari
Partido: PP
Telefone: 41 – 3504042
E-mail: duiliogenari@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=197
Site: http://www.duiliogenari.com.br

Edgar Bueno
Partido: PDT
Telefone: 41 - 33504000
E-mail: edgarbueno@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=260
Site:

Edson Luiz Strapasson
Partido: PMDB
Telefone: 41 - 33504073
E-mail: strapass@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=244
Site:

Elio Rusch
Partido: DEM
Telefone: 41 - 33504059
E-mail: eliorusch@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=198
Site:

Elton Welter
Partido: PT
Telefone: 41 - 33504039
E-mail: eltonwelter@pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=199
Site: http://www.welter.org.br

Fabio Camargo
Partido: PTB
Telefone: 41 - 33504000
E-mail: fabiocamargo@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=256
Site:

Felipe Lucas
Partido: PPS
Telefone: 41 - 33504000
E-mail: felipelucas@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=262
Site:

Fernando Carli Filho
Partido: PSB
Telefone: 41 - 33504000
E-mail: fernandocarlifilho@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=264
Site:

Francisco Buhrer
Partido: PSDB
Telefone: 41 - 33504232
E-mail: franciscobuhrer@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=201
Site:

Geraldo Cartário Ribeiro
Partido: PDT
Telefone: 41 - 33504077
E-mail: geraldocartario@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=202
Site:

Jocelito Canto
Partido: PTB
Telefone: 41 - 33504069
E-mail: jocelitocanto@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=203
Site:

Luciana Guzella Rafagnin
Partido: PT
Telefone: 41 - 33504087
E-mail: lucianarafagnin@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=207
Site:

Luiz Accorsi
Partido: PSDB
Telefone: 41 - 33504043
E-mail: luizaccorsi@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=208
Site:

Luiz Carlos Martins
Partido: PDT
Telefone: 41 - 33504076
E-mail: luizcarlosmartins@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=209
Site: http://luizcarlosmartins@pr.gov.br

Luiz Claudio Romanelli
Partido: PMDB
Telefone: 41 - 33504000
E-mail: luizromanelli@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=250
Site: http://www.luizromanelli.com.br

Luiz Fernandes Litro
Partido: PSDB
Telefone: 41 - 33504320
E-mail: litro@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=275
Site:

Luiz Nishimori
Partido: PSDB
Telefone: 41 – 3504170
E-mail: luiznishimori@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=180
Site:

Marcelo Rangel
Partido: PPS
Telefone: 41 - 33504000
E-mail: marcelorangel@marcelorangel.com.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=263
Site: http://www.marcelorangel.com.br

Mauro Moraes
Partido: PMDB
Telefone: 41 – 3504029
E-mail: mauromoraes@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=211
Site: http://www.mauromoraes.com.br

Miltinho Puppio
Partido: PSDB
Telefone: 41 - 33504047
E-mail: miltinhopupio@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=273
Site:

Mohamed Ali Hamze (MAMEDE)
Partido: PMDB
Telefone: 41 - 33504068
E-mail: mamede@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=248
Site:

Nelson Justus
Partido: DEM
Telefone: 41 - 33504165
E-mail: nelsonjustus@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=215
Site: http://www.nelsonjustus.com.br

Nereu Moura
Partido: PMDB
Telefone: 41 - 33504034
E-mail: nmoura@pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=149
Site:

Ney Leprevost
Partido: PP
Telefone: 41 - 33504000
E-mail: neyleprevost@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=259
Site: http://www.neyleprevost.com.br

Osmar Bertoldi
Partido: DEM
Telefone: 41 - 33504298
E-mail: osmarbertoldi@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=257
Site: http://http://www.osmarbertoldi.com.br

Pastor Edson Praczyk
Partido: PRB
Telefone: 41 – 3504290
E-mail: pastoredson@pastoredson.com.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=217
Site: http://www.pastoredson.com.br

Pedro Ivo
Partido: PT
Telefone: 41 – 3504086
E-mail: pedroivo@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=218
Site:

Plauto Miró Guimarães
Partido: DEM
Telefone: 41 - 33504015
E-mail: plautomiro@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=219
Site:

Professor Luizão
Partido: PT
Telefone: 41 - 33504253
E-mail: luizao@professorluizao.com.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=267
Site:

Péricles de Mello
Partido: PT
Telefone: 41 - 33504250
E-mail: contato@periclesdemello.com.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=270
Site:

Reni Pereira
Partido: PSB
Telefone: 41 – 3504091
E-mail: contato@renipereira.com.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=223
Site: http://www.renipereira.com.br

Rosane Ferreira
Partido: PV
Telefone: 41 - 33504025
E-mail: rosanedopv@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=266
Site: http://www.rosanedopv.com

Stephanes Junior
Partido: PMDB
Telefone: 41 - 33504026
E-mail: stephanesjunior@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=251
Site: http://www.stephanesjunior.com.br

Tadeu Veneri
Partido: PT
Telefone: 41 – 3504094
E-mail: tadeuveneri@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=225
Site: http://www.tadeuveneri.com.br

Teruo Kato
Partido: PMDB
Telefone: 41 - 33504098
E-mail: teruokato@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=252
Site: http://www.teruokato.com.br

Valdir Rossoni
Partido: PSDB
Telefone: 41 – 3504095
E-mail: valdirrossoni@alep.pr.gov.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=226
Site:

Waldyr Pugliesi
Partido: PMDB
Telefone: 41 - 33504000
E-mail: waldyr@waldyrpugliesi.com.br
Url: http://www.alep.pr.gov.br/deputados/index.php?id=253
Site: http://www.waldyrpugliesi.com.br

Para facilitar, colocamos os e-mail separados por ponto e vírgula prontinhos para enviar a mensagem para todos os deputados de uma vez só.

ademartraiano@alep.pr.gov.br; alexandrecuri@alep.pr.gov.br; anibelli@alep.pr.gov.br; antoniobelinati@alep.pr.gov.br; artagaojunior@alep.pr.gov.br; augustinhozucchi@alep.pr.gov.br; betipavin@alep.pr.gov.br; quintana@pr.gov.br; carlossimoes@alep.pr.gov.br; cheida@cheida.com.br; chiconoroeste@alep.pr.gov.br; cidaborghetti@alep.pr.gov.br; cleitonkielse@alep.pr.gov.br; drbatista@alep.pr.gov.br; dobrandino@gmail.com; douglasfabricio@alep.pr.gov.br; durvalamaral@alep.pr.gov.br; duiliogenari@alep.pr.gov.br; edgarbueno@alep.pr.gov.br; strapass@alep.pr.gov.br; eliorusch@alep.pr.gov.br; eltonwelter@pr.gov.br; fabiocamargo@alep.pr.gov.br; felipelucas@alep.pr.gov.br; fernandocarlifilho@alep.pr.gov.br; franciscobuhrer@alep.pr.gov.br; geraldocartario@alep.pr.gov.br; jocelitocanto@alep.pr.gov.br; lucianarafagnin@alep.pr.gov.br; luizaccorsi@alep.pr.gov.br; luizcarlosmartins@alep.pr.gov.br; luizromanelli@alep.pr.gov.br; litro@alep.pr.gov.br; luiznishimori@alep.pr.gov.br; marcelorangel@marcelorangel.com.br; mauromoraes@alep.pr.gov.br; miltinhopupio@alep.pr.gov.br; mamede@alep.pr.gov.br; nelsonjustus@alep.pr.gov.br; nmoura@pr.gov.br; neyleprevost@alep.pr.gov.br; osmarbertoldi@alep.pr.gov.br; pastoredson@pastoredson.com.br; pedroivo@alep.pr.gov.br; plautomiro@alep.pr.gov.br; luizao@professorluizao.com.br; contato@periclesdemello.com.br; contato@renipereira.com.br; rosanedopv@alep.pr.gov.br; stephanesjunior@alep.pr.gov.br; tadeuveneri@alep.pr.gov.br; teruokato@alep.pr.gov.br; valdirrossoni@alep.pr.gov.br; waldyr@waldyrpugliesi.com.br